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Rússia não pode parar guerra mesmo que Ucrânia desista de entrar na Otan, diz aliado de Putin

26 ago 2022 - 20h57
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Um importante aliado do presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta sexta-feira que Moscou não vai interromper sua campanha militar na Ucrânia mesmo que Kiev renuncie formalmente às aspirações de ingressar na Otan.

O ex-presidente Dmitry Medvedev, agora vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, também disse em entrevista a um canal francês de televisão que a Rússia está preparada para negociar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, sob certas condições.

Mesmo antes da invasão de fevereiro, Moscou havia deixado claro que a entrada da Ucrânia na Otan era inaceitável. 

"Renunciar à participação na aliança do Atlântico Norte agora é vital, mas já é insuficiente para estabelecer a paz", disse Medvedev ao canal LCI em citações divulgadas por agências de notícias russas.

A Rússia, disse ele, continuará a campanha até que seus objetivos sejam alcançados. Putin diz querer "desnazificar" a Ucrânia. Kiev e o Ocidente afirmam que este é um pretexto infundado para uma guerra de conquista.

A Rússia e a Ucrânia fizeram várias rodadas de negociações após o início da invasão, mas não progrediram, e há poucas perspectivas de uma retomada das conversas.

"Isso (as negociações) vai depender de como os eventos se desenrolam. Estávamos prontos antes para nos encontrar (com Zelenskiy)", disse Medvedev.

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