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Rússia não está tentando dividir UE, diz Putin antes de rara visita à Europa Ocidental

4 jun 2018 - 20h49
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse em entrevista televisionada nesta segunda-feira que não quer dividir a União Europeia, conforme se prepara para visitar a Áustria em sua primeira viagem bilateral para um país da Europa Ocidental em quase um ano.

Presidente da Rússia, Vladimir Putin, responde perguntas de jornalistas em Moscou
30/05/2018 REUTERS
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, responde perguntas de jornalistas em Moscou 30/05/2018 REUTERS
Foto: Reuters

"Nós não buscamos o objetivo de dividir nada ou ninguém na União Europeia", disse Putin à emissora ORF.

"Nós estamos muito mais interessados na União Europeia estando unida e florescendo porque a União Europeia é nosso mais importante parceiro comercial e econômico."

Putin, que não faz uma visita bilateral a um país da Europa Ocidental desde que viajou à Finlândia em julho do ano passado, irá se encontrar com líderes governamentais e empresariais em uma viagem que marca oficialmente 50 anos desde que as companhias energéticas dos dois países, Gazprom e OMV assinaram pela primeira vez um acordo de fornecimento de gás.

Ele irá participar de uma conferência comercial com enviados de ambos países.

Mas a questão de sanções da União Europeia, impostas sobre a Rússia por conta de seu apoio a separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia, irá pesar em quaisquer conversas de Estado que tiver. Os laços de Moscou com países da UE permanecem prejudicados após a anexação da Crimeia pela Rússia, o envolvimento da Rússia na Síria e no leste da Ucrânia e o envenenamento de um ex-agente duplo russo no Reino Unido. Londres culpou a Rússia pelo envenenamento com gás nervoso de Sergei Skripal e sua filha, mas Moscou negou qualquer envolvimento.

O governo de coalizão de conservadores da Áustria e da extrema-direita pró-Putin é uma minoria entre governos da UE que não expulsaram quaisquer diplomatas russos por conta do caso Skripal e a Áustria, apesar de sua participação na UE, aponta para seu histórico de neutralidade e suas relações relativamente calorosas com a Rússia.

Moscou quer que a UE suspenda sanções, mas o bloco associou isto a progresso no assunto, que não aconteceu.

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