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República Dominicana reforça segurança, após líder de gangue do Haiti alertar para "guerra civil"

6 mar 2024 - 15h03
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A República Dominicana disse nesta quarta-feira que manterá medidas rígidas de segurança em sua fronteira com o Haiti, após Jimmy Cherizier, membro de uma gangue que tenta derrubar o governo do país vizinho, alertar que pode haver guerra civil e genocídio. 

O primeiro-ministro haitiano, Ariel Henry, que não foi eleito, aterrissou no território norte-americano de Porto Rico na terça-feira, acabando com as dúvidas sobre o seu paradeiro após viajar ao Quênia na semana passada para fechar um acordo de segurança para que a nação africana lidere uma força internacional de combate às gangues. 

"Se Ariel Henry não renunciar, se a comunidade internacional continuar apoiando Ariel Henry, eles nos levarão diretamente a uma guerra civil que acabará em genocídio", disse Cherizier, conhecido como Barbeque, em uma entrevista coletiva na terça-feira. 

Em um comunicado governamental nesta quarta-feira, o ministro da Defesa dominicano, Carlos Luciano Díaz Morfa, visitando a fronteira com o Haiti, disse que "tudo está calmo". 

"Onde os portões de fronteira estão abertos, há um fluxo comercial menor que o comum, mas eles continuam operando normalmente sob supervisão militar", acrescentou.

O comunicado afirmou que "medidas rígidas de segurança estão sendo mantidas na fronteira dominicana-haitiana", mas não deu mais detalhes. 

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