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Reitor da PUC-Rio previu eleição de Prevost como Papa

Ateneu receberá conferência das universidades das Américas

12 mai 2025 - 14h08
(atualizado às 14h17)
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O reitor da Pontifícia Universidade do Rio de Janeiro (PUC-Rio), padre Anderson Pedroso, havia previsto algumas semanas antes que Robert Prevost seria o novo Papa. Para Pedroso, a principal indicação de que Prevost era papável foi sua promoção a cardeal-bispo, uma posição hierárquica muito importante.

"Os cardeais bispos são de seis a dez no máximo. [São] poucos", explica o padre Anderson, acrescentando que "eles são escolhidos diretamente pelo Papa e governam a igreja de uma maneira especial. Estão sempre próximos do Papa nas formações oficiais. Eles têm hegemonia e responsabilidades importantes. E embora o Papa Francisco já tivesse vários cardeais-bispos, em fevereiro, ele nomeou o Prevost. Isso chamou minha atenção." Padre Anderson também destaca como o perfil de Prevost é inatacável.

"Quando o conheci, senti que estava na presença de uma pessoa muito espiritual. Seu jeito de olhar, de falar. Longe da política, da vaidade. Uma pessoa profunda", disse.

O último encontro entre o reitor da PUC-Rio e Prevost foi no dia 18 de abril, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, quando eles conversaram sobre o Congresso das Universidades Ibero-Americanas, que será sediado no final de maio pela PUC-Rio e organizado pela Rede de Universidades para a Casa Comum (Ruc).

"Falei com Prevost porque ele nos apoia e a responsabilidade para esta conferência recaiu sobre seu ministério. E também porque ele estava muito preocupado com a democracia na América Latina", explica.

Criada em 2016, a PUC se inspirou na encíclica "Laudato Si", escrita pelo Papa Francisco em razão do agravamento das mudanças climáticas: a PUC-Rio foi escolhida como sede por ocasião da indicação de Belém para a COP-30. A Conferência está marcada para 20 a 24 de maio, quando reitores de toda a América Latina, Espanha, Portugal e Estados Unidos chegarão à capital fluminense para falar sobre os desafios climáticos e a proteção da democracia nas Américas. 

Ansa - Brasil
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