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Promotores franceses abrem inquérito sobre plataforma Kick após morte ao vivo

26 ago 2025 - 14h37
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A Promotoria de Paris abriu uma investigação sobre a plataforma de vídeo Kick, de propriedade australiana, após a morte online do francês Raphael Graven, que sofreu dias de abusos transmitidos ao vivo.

Eles disseram que examinariam se a Kick conscientemente forneceu serviços ilegais ao transmitir vídeos de ataques deliberados e se a Kick cumpriu os regulamentos europeus de serviços digitais para relatar qualquer risco à vida ou à segurança pessoal.

Uma lei de junho de 2025 torna crime na França o fornecimento de plataforma online para atividades ilícitas. O delito acarreta pena máxima de 10 anos de prisão e multa de 1 milhão de euros quando cometido por uma organização criminosa, segundo declaração da Promotoria de Paris.

Na semana passada, os promotores de Nice abriram uma investigação separada sobre a morte do homem de 46 anos no vilarejo de Contes, no sul da França.

Uma autópsia mostrou que Graven, conhecido online como Jean Pormanove, não morreu de trauma de impacto e que as prováveis causas da morte parecem ser de origem médica ou toxicológica.

Um porta-voz da Kick disse nesta terça-feira que a empresa havia sido informada sobre outros acontecimentos na França em relação à sua plataforma e que vai cooperar com as autoridades competentes em qualquer investigação em andamento.

O órgão regulador de comunicação digital da França, Arcom, também lançou uma investigação sobre o caso e o governo disse que pode reforçar a regulamentação, se necessário.

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