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Parlamento da Ucrânia define Rússia como 'Estado terrorista'

A informação foi divulgada pelo deputado Roman Hryshchuk pelo Twitter

22 mai 2022 - 13h53
(atualizado às 14h21)
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Imagem divulgada pela Rússia mostra evacuação de soldados ucranianos na siderúrgica Azovstal
Imagem divulgada pela Rússia mostra evacuação de soldados ucranianos na siderúrgica Azovstal
Foto: EPA / Ansa - Brasil

A medida já havia sido pedida pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que acusou Moscou de se tornar um "Estado terrorista" e pediu mais sanções contra o governo de Vladimir Putin.

A declaração foi dada logo após o líder ucraniano implorar ao Congresso dos Estados Unidos que enviasse mais armas ao seu país, porque o lote recebido não havia parado a guerra.

O Parlamento ucraniano aprovou também uma lei que proíbe os símbolos da invasão russa, incluindo os que contêm as letras Z e V, conforme relatos da mídia local.

O novo projeto veta a criação de ONGs que usem símbolos de guerra da Rússia e cujas atividades visam difundir propaganda do conflito e minar a soberania e a integridade territorial da Ucrânia.

As letras "Z" e "V", que não existem no alfabeto russo, foram usadas para simbolizar o apoio à invasão russa da Ucrânia e são utilizadas para marcar veículos militares de Moscou no campo de batalha.

Ataques Kiev - Hoje, explosões foram registradas na região de Kiev, bem como na área vizinha de Zhytomyr. Os administradores locais alertaram os cidadãos em telefones celulares para irem a abrigos.

De acordo com a mídia ucraniana, as forças de defesa aérea de Kiev derrubaram um míssil russo na região da capital.

O secretário do Conselho de Segurança da Belarus, Oleksandr Wolfovych, disse que "grupos ucranianos de sabotagem e reconhecimento" entraram no território bielorrusso. Segundo a imprensa estatal em Minsk, existem cerca de 20 mil soldados ucranianos posicionados perto da fronteira com o país, distribuídos entre as regiões de Rivne, Kiev e Chernihiv.

Nos últimos dias, Minsk anunciou o fortalecimento de suas unidades de segurança de fronteira e a compra dos sistemas de mísseis russos S-400 e Iskander.

Ansa - Brasil   
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