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Oriente Médio

Maduro pedirá poderes especiais para combater corrupção na Venezuela

13 ago 2013 - 10h16
(atualizado às 10h20)
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na segunda-feira que vai buscar a aprovação de uma lei que lhe conceda poderes especiais e permita governar por decreto para tentar combater a corrupção que tem afetado a sua popularidade.

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, comparece uma cerimônia pública de destruição de armamento confiscado, em Caracas. Maduro disse na segunda-feira que vai buscar a aprovação de uma lei que lhe conceda poderes especiais e permita governar por decreto para tentar combater a corrupção que tem afetado a sua popularidade. 8/08/2013.
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, comparece uma cerimônia pública de destruição de armamento confiscado, em Caracas. Maduro disse na segunda-feira que vai buscar a aprovação de uma lei que lhe conceda poderes especiais e permita governar por decreto para tentar combater a corrupção que tem afetado a sua popularidade. 8/08/2013.
Foto: Carlos Garcia Rawlins / Reuters

O ex-presidente Hugo Chávez, que morreu em março, governou durante vários meses sob amparo de leis conhecidas como "habilitantes", que permitiam a ele baixar decretos sem a necessidade de aprovação pela Assembleia Nacional.

Desde que tomou posse há quatro meses, Maduro tem liderado uma "guerra contra a corrupção", em que 50 pessoas foram detidas nas última duas semanas. No entanto, nenhum ministro ou alto dirigente do partido governista foi detido até o momento.

Com a popularidade atingida pela alta inflação, o crime e a escassez de produtos, o sucessor de Chávez busca adotar a bandeira da luta contra a corrupção após uma apertada vitória na eleição de abril.

"Vou convocar uma emergência nacional na luta contra a corrupção e vou pedir poderes especiais para adotar um processo de reforma das leis e de mudança da institucionalidade", disse Maduro, em uma cerimônia pública transmitida em cadeia nacional de rádio e TV.

"Se é necessário mudar todas as leis para enfrentar a corrupção, irei fazer", acrescentou o presidente, de 50 anos.

Para conseguir uma lei habilitante, o governista precisa de três quintos do Parlamento, ou 99 deputados, e atualmente o governo conta com 98 parlamentares.

(Reportagem de Diego Oré)

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