Israel reafirma bloqueio naval à Faixa de Gaza
O gabinete israelense de segurança lamentou nesta terça-feira a morte de nove pessoas na interceptação de barcos que tentavam levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, mas disse que manterá o bloqueio naval imposto como parte de um cerco geral ao território.
Em nota, os ministros disseram que as vítimas são responsabilidade dos próprios ativistas, que agrediram os soldados que tentavam ocupar um dos navios da frota. Eles descreveram o incidente como um ato de defesa contra uma provocação violenta.
"O gabinete determina que impor limites ao tráfego de barcos em Gaza, governada pelo grupo terrorista Hamas, é um claro ato de autodefesa", disse a nota, acrescentando que "tal foi a ação do Exército de Israel contra a provocação no mar."
O gabinete "lamenta o fato de que tenha havido mortes no incidente, mas lança total responsabilidade sobre os que realizaram uma ação violenta que tangivelmente ameaçou as vidas de soldados israelenses." "Israel vai continuar a defender seus cidadãos contra a base terrorista do Hamas", acrescentou a nota.