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Devastada pela guerra, Síria diz que Turquia não é um país seguro

2 jun 2013
14h04
atualizado às 14h48
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As autoridades sírias, que enfrentam um levante rebelde que já deixou 80 mil mortos, aconselharam seus cidadãos a não viajarem para a vizinha Turquia por motivos de segurança.

Dezenas de milhares de protestantes turcos reuniram-se durante três dias contra o governo do primeiro-ministro Tayyip Ergodan para a alegria mal disfarçada do governo sírio, que acusa Erdogan de abastecer a guerra civil na Síria.

O Ministério das Relações Exteriores da Síria afirmou ter aconselhado os sírios "contra viagens para a Turquia, por enquanto, para a sua própria segurança, por causa da deterioração da segurança em diversas cidades turcas... e da violência do governo de Erdogan contra protestantes pacíficos".

Erdogan, um ex-aliado de Bashar al-Assad, voltou-se contra ele depois de o presidente sírio tentar esmagar protestos, em grande parte pacíficos, que eclodiram em março de 2011 e transformaram-se em uma brutal guerra civil.

A Turquia recebeu 370 mil refugiados que partiram da Síria para escapar do derramamento de sangue. Também tem sido uma base para os inimigos políticos e militares de Assad, assim como um ponto de trânsito para o abastecimento de armas que seguem para o norte da Síria.

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