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Oriente Médio

Argentina pede que EUA incluam atentado de 1994 em conversas nucleares com Irã

17 fev 2015 - 16h44
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A Argentina quer que os Estados Unidos ajudem o país a desvendar o atentado a bomba de 1994, no centro de um atual escândalo político, incluindo o crime nas conversas nucleares dos EUA com o Irã, disse o ministro argentino das Relações Exteriores nesta terça-feira.

Tribunais argentinos acusaram um grupo de iranianos de planejar o ataque contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), que matou 85 pessoas.

O crime não solucionado é o pano de fundo para a morte, em 18 de janeiro, do promotor que liderava a investigação sobre a Amia, um mistério que deteriorou a confiança no sistema argentino de justiça e causou turbulências no governo.

O ministro das Relações Exteriores, Hector Timerman, divulgou uma carta ao Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, na qual diz que a Argentina já fez o pedido anteriormente.

"Peço novamente que a questão sobre a Amia seja inclusa nas negociações com a República Islâmica do Irã", disse ele.

Dias antes de ser encontrado morto a tiros, Alberto Nisman havia acusado a presidente Cristina Kirschner de conspirar com o Irã para encobrir o crime para assim fechar um acordo de grãos por petróleo.

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