Cartaz com a imagem de Hugo Chávez aparece ao lado da propaganda de Maduro
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Manter o legado de Hugo Chávez e ao mesmo tempo, necessariamente, adaptar as suas políticas para os desafios que a Venezuela enfrenta será um difícil equilíbrio que o próximo presidente venezuelano terá a partir do dia 19 de abril, quando for empossado após as eleições deste domingo.
À sua maneira, tanto Nicolás Maduro, o candidato chavista, quanto o opositor Henrique Capriles Radonski fizeram campanha prometendo fazer justiça à obra de Chávez.
A diferença é que, enquanto Maduro prometeu seguir à risca o chamado Plano Pátria, adotado por seu mentor, Capriles defendeu que há iniciativas positivas no governo anterior, mas que é preciso mudar.
Quase 19 milhões de venezuelanos estão registrados para votar. O voto não é obrigatório, mas as pesquisas de intenção mostram que o comparecimento deve ficar em torno de 80%, semelhante ao da eleição disputada em outubro entre Chávez e Capriles.
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE), órgão que coordena o processo, disse que espera iniciar a divulgação dos resultados dentro das três primeiras horas a partir do momento em que as portas das seções eleitorais se fecharem.
Ou seja, salvo se houver atraso, os primeiros resultados começariam a sair em torno das 22h30 deste domingo em Brasília e a proclamação do vencedor se daria ainda até o fim da noite.
Qualquer que seja o resultado, será um indicativo da força do chavismo e da oposição, que agora competem sem a imensa e influente figura de Chávez, que venceu quase todas as eleições e referendos que postulou, dominando também os governos estaduais e o Legislativo do país.
Entretanto, analistas creem que os desafios do país acabarão requerindo do próximo presidente que imprima a sua marca no cargo e enfrente os sérios problemas que afetam o país.
Economia
"Quem quer que ganhe a presidência, estará lhe esperando a matraca da crise econômica represada pela festa eleitoral (do ano passado)", postou, em sua conta do Twitter, o analista político Luis Vicente León, da consultoria venezuelana Datanálisis. Ele se refere ao crescimento de 5,6% da economia no ano passado, um dos ritmos mais fortes da América Latina.
Porém, como notou a consultoria internacional Capital Economics, o crescimento foi possibilitado por um forte pacote de estímulos que incluiu uma política monetária frouxa e fortes gastos públicos na construção civil e infra-estrutura.
Para este ano, os analistas de mercado estimam que a economia se retraia até 2% ou que, no cenário mais positivo, o ritmo de crescimento seja freado bruscamente.
O efeito disto poderá ser criar mais descontentamento entre os venezuelanos, que já se queixam de uma inflação que deve bater 30% este ano.
Esta estimativa, da consultoria Ecoanalítica, leva em conta um aumento salarial de 25% para 2013, mas tanto Maduro quanto Capriles já prometeram elevar o mínimo em 40% quando chegarem ao poder.
Bolso limitado
O novo presidente herdará estes desafios tendo nas mãos as rédeas de uma economia que nos últimos 14 anos concentrou suas fontes de renda no petróleo. No ano passado, o petróleo respondeu por mais de 96% dos US$ 97,3 bilhões exportados pela Venezuela para o mundo. No início do governo Chávez, em 1999, esse patamar era de 80%.
Isto significa que, apesar de fazer um discurso em prol da diversificação da economia, o bolivariano concentrou ainda mais as suas fontes de renda, e tornou o país ainda mais dependente de importações.
"Manter o status quo em matéria de modelo econômico seria suicida", diz León, mesmo para Maduro. No entanto, realizar mudanças que já são difíceis por natureza sem o capital político que Chávez tinha será um desafio extra o novo escolhido.
"Qualquer um que ganhar com uma margem estreita poderá ter dificuldades para provocar as mudanças indispensáveis para estabilizar a economia", ressalvou León.
Além destes desafios econômicos e sociais, o presidente venezuelano terá de responder às demandas de cerca de 25 missões, ou projetos sociais, iniciados pelo governo Chávez nos últimos 14 anos.
A mais visível atualmente é a Gran Misión Vivienda Venezuela, que tem por objetivo construir 2 milhões de habitações populares até 2017. A meta para o ano passado era de cerca de 353 mil casas - até agosto, haviam sido construídas cerca de 234 mil.
Outros programas incluem a missão Mercal, que distribui alimentos com preços subsidiados a famílias mais pobres, e a missão Barrio Adentro, de levar saúde pública para os barrios pobres.
Durante os dez dias de campanha, ambos os candidatos prometerm ainda construir estádios, hospitais públicos, infraestrutura de transportes, para os quais os economistas duvidam que haja dinheiro disponível.
Violência
Outro desafio que aguarda Maduro ou Capriles são os níveis de violência urbana, um assunto que preocupa a todos os venezuelanos, mas principalmente a classe média.
Especialistas calculam que a taxa de homicídios na Venezuela seja de cerca de 69 mortos por cem mil habitantes - um dos índices mais altos da região.
A estimativa leva em conta a contagem de mortos por armas de fogo em 2011 - 19,3 mil segundo a ONG Observatório Venezuelano da Violência, em um país de 28 milhões de habitantes -, sendo que em Caracas este índice se aproxima de 110 por cada 100 mil pessoas.
Em julho do ano passado, Chávez lançou um programa de segurança pública batizado de Missão A Toda Vida Venezuela, mais uma de uma série de iniciativas do governo, que incluíram leis de desarmamento, a criação da Polícia Bolivariana, entre outras.
Porém, a oposição acusa o governo de ineficácia nesse campo.
Um dos números utilizados pela campanha de Capriles foi o de que, desde que Maduro passou a comandar o governo, após o afastamento de Chávez para sua quarta cirurgia em Cuba em dezembro, mais de 5 mil pessoas já foram assassinadas no país.
À medida que o país se polariza, dizem muitos porta-vozes da oposição, também aumenta o nível de insegurança no país.
O presidente em exercício rebate as acusações e diz que oposição faz uso eleitoral das estatísticas.
2 de abril - Começou oficialmente a campanha política para as eleições presidenciais do dia 14 de abril na Venezuela. O presidente interino e candidato do chavismo, Nicolás Maduro, escolheu dar o pontapé inicial de sua corrida ao Palácio de Miraflores na casa onde seu antecessor e padrinho político, Hugo Chávez, nasceu, no Estado de Barinas
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2 de abril - Já o opositor, Henrique Capriles, fez um rápido comício em Manturín, capital de Monagas. Derrotado por Chávez nas eleições do ano passado, Capriles prometeu esperança e valentia aos milhares de aliados que participaram do ato debaixo de sol forte
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2 de abril - Em Barinas, Maduro, acompanhado pelos irmãos de Chávez, chamou a atenção ao dizer que sentiu que seu sucessor morto aparece para ele em forma de um 'passarinho pequenino'
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2 de abril - Capriles, por sua vez, falou por 20 minutos e prometeu 'deixar o couro' nos dez dias de campanha política
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2 de abril - Nicolás Maduro é apontado pelas pesquisas como favorito para vencer as eleições. Diferentes institutos apontam que a diferença dele para Capriles está entre 10 e 20 pontos
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2 de abril - 'Aqui quem tem o poder vai fazer qualquer coisa para que a opinião de vocês não seja considerada, vão fazer de tudo para permanecer no poder', disse Capriles sobre os chavistas
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2 de abril - Seguindo a linha que adotou desde a morte de Chávez, Maduro não poupou elogios a seu padrinho político, que chamou de 'profeta', 'gigante da pátria' e 'comandante supremo'
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2 de abril - Capriles é o principal candidato entre os seis oposicionistas que se inscreveram para a disputa
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3 de abril No segundo dia de campanha, um cavalete da campanha do opositor Henrique Capriles apareceu pichado com um bigode, uma das marcas da campanha do chavista Nicolás Maduro
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3 de abril O candidato da situação participou de um comício na cidade de San Cristóbal, no Estado de Táchira
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3 de abril Maduro continua desempenhando suas atividades como presidente interino e, nesta quarta-feira, participou de uma reunião de trabalho com o ministro do Comércio, Denis Manturov
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3 de abril O opositor comandou uma reunião com dissidentes do chavismo em Caracas
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3 de abril Capriles criticou Maduro, dizendo que o candidato chavista está destruindo o legado de Hugo Chávez
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4 de abril - Maduro liderou um ato de campanha nesta quinta-feira em San Carlos
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4 de abril - O candidato chavista denunciou, durante o comício, um plano de sabotagem do sistema elétrico para provocar um apagão no país
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4 de abril - O presidente interino anunciou que colocará militares nas estações de geração de energia
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4 de abril - Capriles percorreu as ruas de Porlamar, a maior cidade do Estado de Nueva Esparta, formado por três pequenas ilhas no mar do Caribe
Foto: EFE
4 de abril - Capriles também realizou um comício na cidade
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4 de abril - O opositor fez uma carreata e, de cima de uma caminhonete, cumprimentou os eleitores
Foto: EFE
5 de abril - Segundo pesquisas, Capriles está entre 10 e 20 pontos atrás de Maduro
Foto: EFE
5 de abril - O líder da oposição discursou para membros e simpatizantes do comando Simón Bolívar
Foto: EFE
5 de abril - Henrique Capriles conversou com militantes em um teatro de Caracas
Foto: EFE
5 de abril - Ele anunciou a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em ciências militares, um "sonho" do líder Hugo Chávez, cuja morte completou um mês nesta sexta-feira
Foto: EFE
5 de abril - Maduro participou de um ato em Caracas com os comandantes de unidades da Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb)
Foto: EFE
5 de abril - Nicolás Maduro anunciou nesta sexta-feira que autoridades venezuelanas prenderam vários suspeitos de tramarem uma sabotagem elétrica contra um dos seus comícios eleitorais
Foto: EFE
5 de abril - Um militante virou o centro das atenções durante um ato da campanha do candidato chavista na Venezuela, Nicolás Maduro, nesta sexta-feira na cidade de Valencia, Estado de Carabobo. Alí Bazan, sósia do presidente Hugo Chávez, que morreu há um mês vítima de um câncer, foi assediado por dezenas de pessoas que se surpreendiam com a semelhança dele com o ex-mandatário
Foto: EFE
6 de abril - Militares realizam desfile antes da chegada de Maduro a Puerto Ordaz
Foto: AFP
6 de abril - Durante campanha em Puerto Ordaz, Maduro dirigiu ônibus em comício
Foto: EFE
6 de abril - Capriles foi assediado por apoiadores durante campanha em Falcon
Foto: Reuters
6 de abril - Candidato oposicionista bateu fotos com eleitores durante a carreata
Foto: AFP
6 de abril - Maduro acusou oposição de contratar "mercenários" para instaurar violência no país
Foto: AFP
6 de abril - Em San Cristobal, Capriles participou de carreata
Foto: Reuters
6 de abril - Apoiadora de Maduro escreveu o nome do candidato na barriga durante manifestação de apoio ao candidato indicado por Chavez
Foto: EFE
6 de abril - Candidato Nicolás Maduro tocou percussão durante um ato de campanha em Puerto Ordaz
Foto: EFE
6 de abril - Candidato Henrique Capriles, líder da oposição venezuelana, participou de carreata em San Cristobal, no estado de Tachira
Foto: AFP
6 de abril - Eleitora pintou o rosto com as cores da bandeira da Venezuela para participar de evento de campanha da corrida presidencial
Foto: EFE
7 de abril - Capriles disse que dará cidadania venezuelana a médicos cubanos que desejarem permanecer no país
Foto: Reuters
7 de abril - Candidato oposicionista Henrique Capriles afirmou que ainda é possível vencer as eleições, mesmo com as pesquisas indicando vitória do rival governista Nicolás Maduro por 20 pontos percentuais de diferença a uma semana do pleito
Foto: AP
7 de abril - Candidato Governista Nicolás Maduro afirmou que não quer triunfalismo, mas que acredita que a vitória já está evidente
Foto: Elaine Cristina Felchaka e Cia Ltda - Especial para o Terra
7 de abril - Maduro deu sequência, no domingo, à campanha no interior do país, com comício em três cidades, entre elas San Juan de Los Morros
Foto: EFE
9 de abril - Nicolás Maduro se comprometeu a respeitar o resultado das eleições do próximo domingo
Foto: EFE
9 de abril - Maduro participou de comício em Caracas nesta terça-feira
Foto: EFE
9 de abril - Em um ato de campanha em Catia La Mar, Maduro usou um chapéu com um passarinho como adereço. Na semana passada, o candidato disse que Chávez apareceu para ele como uma ave e o abençoou
Foto: EFE
9 de abril - Henrique Capriles cumprimenta seus eleitores em Barcelona
Foto: EFE
9 de abril - Capriles discursou em ato de campanha em Cumaná nesta terça-feira
Foto: EFE
10 de abril - Capriles liderou um ato em Mérida nesta quarta-feira para encerrar a campanha visando a eleição presidencial do próximo domingo
Foto: EFE
10 de abril - O opositor aparece com um boné gigante, uma das marcas de sua campanha
Foto: EFE
10 de abril - Maduro escolheu a cidade de Valera, em Trujillo, para encerrar sua campanha
Foto: EFE
10 de abril - O candidato chavista adotou o passarinho como um dos símbolos de sua campanha. Há alguns dias, ele ganhou as manchetes após dizer que Chávez apareceu em forma de uma ave e o abençoou
Foto: EFE
11 de abril - Na foto, o opositor discursa na cidade de San Francisco de Apure, em Apure
Foto: AFP
11 de abril - Henrique Capriles participou de comícios em Acarigua e outras duas cidades
Foto: AFP
11 de abril - O encerramento da campanha de Maduro foi na capital, Caracas
Foto: AFP
11 de abril - No último dia de campanha, o candidato chavista Nicolás Maduro participou de ato em Zulia
Foto: AP
11 de abril - Milhares participam de comício de Capriles em Barquisimeto, no Estado de Lara
Foto: AFP
11 de abril - Milhares participam de comício de Capriles em Barquisimeto, no Estado de Lara
Foto: AFP
11 de abril - Milhares participam de comício de Capriles em Barquisimeto, no Estado de Lara
Foto: AFP
11 de abril - Milhares participam de comício de Capriles em Barquisimeto, no Estado de Lara
Foto: AFP
11 de abril - Maradona foi o convidado especial do ato de encerramento da campanha de Maduro, em Caracas
Foto: AP
11 de abril - Maradona foi o convidado especial do ato de encerramento da campanha de Maduro, em Caracas
Foto: AP
11 de abril - Maradona foi o convidado especial do ato de encerramento da campanha de Maduro, em Caracas
Foto: AP
11 de abril - Maradona foi o convidado especial do ato de encerramento da campanha de Maduro, em Caracas
Foto: AP
12 de abril - O vice-presidente interino da Venezuela e genro de Chávez, Jorge Arreaza, concedeu entrevista coletiva para anunciar a prisão de supostos paramilitares colombianos que estariam no país para promover violência nas eleições
Foto: AFP
12 de abril - O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) informou que quase todas as urnas para as eleições de domingo foram instaladas nesta sexta-feira
Foto: EFE
12 de abril - O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) informou que quase todas as urnas para as eleições de domingo foram instaladas nesta sexta-feira
Foto: EFE
12 de abril - O candidato chavista Nicolás Maduro e o ex-jogador argentino Diego Maradona, que era amigo pessoal de Hugo Chávez, visitaram nesta quinta-feira o Museu da Revolução, onde o ex-presidente está enterrado
Foto: AP
12 de abril - O candidato chavista Nicolás Maduro e o ex-jogador argentino Diego Maradona, que era amigo pessoal de Hugo Chávez, visitaram nesta quinta-feira o Museu da Revolução, onde o ex-presidente está enterrado
Foto: AP
12 de abril - O candidato chavista Nicolás Maduro e o ex-jogador argentino Diego Maradona, que era amigo pessoal de Hugo Chávez, visitaram nesta quinta-feira o Museu da Revolução, onde o ex-presidente está enterrado
Foto: EFE
12 de abril - O candidato chavista Nicolás Maduro e o ex-jogador argentino Diego Maradona, que era amigo pessoal de Hugo Chávez, visitaram nesta quinta-feira o Museu da Revolução, onde o ex-presidente está enterrado
Foto: EFE
12 de abril - O opositor, Henrique Capriles, jogou basquete com jornalistas esportivos e integrantes do time Panteras, em Miranda, Estado governado por ele
Foto: EFE
12 de abril - O opositor, Henrique Capriles, jogou basquete com jornalistas esportivos e integrantes do time Panteras, em Miranda, Estado governado por ele
Foto: EFE
12 de abril - O opositor, Henrique Capriles, jogou basquete com jornalistas esportivos e integrantes do time Panteras, em Miranda, Estado governado por ele
Foto: EFE
14 de abril - Mulher vota para presidente da Venezuela em seção eleitoral montada em Madri, na Espanha. Venezuelanos expatriados votaram na eleição que vai decidir o sucessor de Hugo Chávez, que morreu há 40 dias. A Espanha é o segundo país em número de venezuelanos com direito a voto, atrás apenas dos Estados Unidos
Foto: AP
14 de abril - Fiscal exibe cédula usada por venezuelanos que moram na Espanha
Foto: AP
14 de abril - Homem deposita voto em urna em seção eleitoral montada em Madri, na Espanha
Foto: AP
14 de abril - Com bandeiras do país, venezuelanos fazem fila para votar em seção eleitoral montada em Bilbao
Foto: EFE
14 de abril - Mulher ajuda cadeirante a votar em seção eleitoral de Madri
Foto: AP
14 de abril - Venezuelano deposita voto em urna em seção eleitoral de Caracas
Foto: EFE
14 de abril - Fiscal mergulha dedo de eleitor em tinta em seção eleitoral de Caracas
Foto: EFE
14 de abril - Eleitores aguardam para votar em frente a seção eleitoral em Caracas momentos antes da abertura das urnas
Foto: EFE
14 de abril - Mulher marca o seu voto na eleição presidencial do país
Foto: EFE
14 de abril - Fiscais checam a identidade dos eleitores em seção eleitoral de Caracas
Foto: EFE
14 de abril - Com a imagem do libertador Simón Bolívar ao fundo, venezuelanos votam em Caracas
Foto: AFP
14 de abril - Eleitores fazem fila para votar em Caracas
Foto: AP
14 de abril - Enorme fila é vista do lado de fora de colégio eleitoral em Caracas
Foto: AFP
14 de abril - Idosos aguardam sentados para votar em Caracas
Foto: AP
14 de abril - Idosa procura por seção eleitoral em que deve votar
Foto: AP
14 de abril - O candidato da oposição Henrique Capriles votou neste domingo em Caracas, capital da Venezuela
Foto: AFP
14 de abril - Capriles disputa o pleito meses depois de ter sido derrotado por Chávez nas eleições do ano passado
Foto: AFP
14 de abril - O candidato demonstrou confiança e disposição depois de uma campanha marcada pela troca de acusações entre chavistas e a oposição
Foto: AFP
14 de abril - Candidato chavista, Nicolás Maduro fez oração após depositar seu voto na urna
Foto: AFP
14 de abril - Maduro disse, antes de depositar seu voto, que o país está rompendo o recorde de participação eleitoral.
Foto: AFP
14 de abril - "Estou lutando junto com o povo pela democracia", disse Maduro, que estava acompanhado de familiares.
Foto: AFP
14 de abril - Apoiadores de Maduro se reuniram neste domingo para aguardar a divulgação dos resultados da eleição presidencial
Foto: Boris Vergara / EFE
14 de abril - Maduro na companhia de sua esposa, com uma imagem de Chávez ao fundo, após votar neste domingo
Foto: Marcelo Garcia / Reuters
14 de abril - Maduro na companhia de sua esposa, com uma imagem de Chávez ao fundo, após votar neste domingo
Foto: Marcelo Garcia / Reuters
14 de abril - Eleitores venezuelanos no México cantam o nome do candidato da oposição, Henrique Caprilles
Foto: Marco Ugarte / AP
14 de abril - Apoiadores de Caprilles, nome da oposição venezuelana, cantam 'sim, podemos, Caprilles presidente' em apoio ao candidato
Foto: Ariana Cubillos / AP
14 de abril - Apoiadores de Maduro cantam slogans de exaltação a Hugo Chávez
Foto: Ariana Cubillos / AP
15 de abril - Militante de Maduro celebra vitória nas eleições com uma miniatura de ônibus em Caracas
Foto: Reuters
15 de abril - Fotos de Hugo Chávez foram exibidas na festa no Palácio de Miraflores
Foto: AFP
15 de abril - Maduro comemora no Palácio de Miraflores após confirmação da vitória
Foto: Reuters
15 de abril - Eleitor de Maduro brinca com bigode após divulgação dos resultados
Foto: Reuters
15 de abril - Partidários de Capriles choram
Foto: Reuters
15 de abril - Eleitores de Capriles lamentam resultado divulgado
Foto: Reuters
15 de abril - Partidários de Maduro festejam em Caracas
Foto: Reuters
15 de abril - Capriles pediu uma auditoria "voto por voto" e afirmou que, segundo sua contagem, houve "um resultado diferente do que foi divulgado"
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15 de abril - O presidente encarregado da Venezuela, Nicolás Maduro, vencedor das eleições presidenciais deste domingo com uma vantagem de 1,59 ponto sobre Henrique Capriles, pediu à oposição que saiba administrar o resultado deste processo "com humildade"
Foto: Reuters
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