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Mulher perde emprego após caso de racismo no Central Park em Nova York

26 mai 2020 - 19h05
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Uma empresa de investimentos globais, denunciando não tolerar "qualquer tipo de racismo", demitiu uma mulher branca após um vídeo viral mostrá-la chamando a polícia para dizer que se sentia ameaçada por um homem negro que pediu educadamente que ela colocasse seu cachorro na coleira no Central Park, em Nova York. 

 Central Park , em Nova York
15/5/2020 REUTERS/Andrew Kelly
Central Park , em Nova York 15/5/2020 REUTERS/Andrew Kelly
Foto: Reuters

O vídeo provocou um clamor nas redes sociais, onde foi visto por mais de 30 milhões de vezes, e a repercussão levou a empresa Franklin Templeton a demitir a mulher, Amy Cooper, nesta terça-feira. 

"Seguindo nossa revisão interna do incidente no Central Park ontem, tomamos a decisão de terminar o contrato da funcionária envolvida de maneira imediata. Não toleramos racismo de qualquer tipo", disse a empresa no Twitter. 

Horas antes, a empresa havia colocado a funcionária em licença administrativa. Cooper disse à WNBC que gostaria de "se desculpar sincera e humildemente" com o homem, Christian Cooper, com quem não tem parentesco. 

Ela entregou o cachorro à Organização Abandoned Angels Cocker Spaniel Rescue Inc. 

Foi o último confronto racial a viralizar no país. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando como crime de ódio o assassinato a tiros de um homem negro que se exercitava no Estado da Geórgia por dois homens brancos. O crime também foi gravado em vídeo. 

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