Mulher é acusada de planejar ataque inspirado pelo Estado Islâmico contra Capitólio do Estado de Nova York
As autoridades dos EUA prenderam Jessica Bowie, de 35 anos, acusada de planejar um atentado a bomba inspirado pelo Estado Islâmico contra o Capitólio de Nova York, em Albany. Segundo o Departamento de Justiça, o plano visava matar autoridades, destruir o prédio e fugir para a Síria. Bowie foi detida ao obter o que julgava ser um explosivo. O alvo havia sido fotografado por ela. Após a prisão, a governadora Kathy Hochul determinou o reforço da segurança nas sedes administrativas do estado.
Autoridades dos Estados Unidos prenderam e acusaram uma mulher de Nova York por planejar um ataque inspirado pelo Estado Islâmico contra o prédio do Capitólio estadual, em Albany, informou o Departamento de Justiça (DOJ) nesta quinta-feira.
Jessica Bowie, 35, de Albany, foi acusada de planejar a colocação de um dispositivo explosivo no Capitólio estadual com a intenção de matar autoridades públicas e destruir "o máximo possível do prédio" antes de fugir para território controlado pelo Estado Islâmico na Síria, segundo John A. Eisenberg, procurador-geral adjunto para segurança nacional.
Bowie foi detida na quarta-feira depois de ter obtido o que ela acreditava ser um dispositivo explosivo, informou o Departamento de Justiça.
O departamento informou que ela foi vista visitando as dependências do Capitólio estadual e tirando fotos do prédio.
Ao descrever o prédio como seu alvo, segundo o DOJ, Bowie disse que queria que o ataque tivesse um "impacto no sistema americano".
O DOJ informou que Bowie expressou mensagens antiamericanas na internet, incluindo a comemoração dos ataques de 11 de setembro de 2001, nos quais militantes da Al-Qaeda sequestraram aviões comerciais e os lançaram contra o World Trade Center, o Pentágono e um campo próximo a Shanksville, na Pensilvânia.
Não foi possível entrar em contato com um advogado de Bowie para comentar o assunto imediatamente.
Após a prisão de Bowie, a governadora de Nova York, Kathy Hochul, afirmou que o Estado havia tomado medidas para reforçar a segurança no Capitólio e em toda a administração pública, em meio a um aumento da violência política e das ameaças contra autoridades públicas.
"Embora não haja nenhuma ameaça imediata neste momento, continuaremos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros das forças de segurança para proteger os nova-iorquinos e manter nossas comunidades seguras", afirmou ela em comunicado.
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