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Mojtaba Khamenei faz 1ª declaração e promete 'vingança' contra inimigos

Clérigo pediu que países do Golfo fechem bases militares dos EUA

12 mar 2026 - 11h08
(atualizado às 11h19)
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O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, fez nesta quinta-feira (12) sua primeira declaração desde que foi escolhido para suceder seu pai, Ali Khamenei, e prometeu "vingança" contra Estados Unidos e Israel, além de cobrar que os países da região fechem todas as bases militares americanas.

Mojtaba Khamenei fez 1ª declaração, mas ainda não apareceu em público
Mojtaba Khamenei fez 1ª declaração, mas ainda não apareceu em público
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A mensagem foi lida por um jornalista na emissora de TV estatal iraniana, já que o clérigo continua sob cuidados médicos em um local secreto devido aos ferimentos sofridos no bombardeio que matou o antigo guia supremo, em 28 de fevereiro.

"Nunca vamos recuar. Vingaremos o sangue de nossos mártires, vingaremos o sangue de todos os nossos cidadãos. Os nossos inimigos pagarão o preço porque haverá uma vingança", assegurou Mojtaba em seu comunicado, enquanto seu real estado de saúde continua cercado de mistério.

"Prometemos ao finado líder supremo que seguiremos seu caminho e faremos o nosso melhor para prosseguir no que foi feito no passado. Peço a todos os diversos líderes políticos do Irã que façam seu melhor para demonstrar união", acrescentou o clérigo xiita.

Mojtaba também pediu que o Estreito de Ormuz, rota marítima crucial para o escoamento da produção de petróleo e gás do Golfo Pérsico, continue fechado. "A estratégia do bloqueio do Estreito de Ormuz deve ser usada, sem dúvida", disse ele.

O líder supremo ainda cobrou que os países da região fechem todas as bases militares dos Estados Unidos, mas defendeu que o Irã mantenha "boas relações com os vizinhos". "Eu recomendo que eles fechem essas bases o quanto antes, porque eles já devem ter percebido que a alegação dos Estados Unidos de estabelecer segurança e paz não passa de uma mentira", afirmou.

Mojtaba Khamenei, de 56 anos, foi escolhido como líder supremo no último dia 8 de março e não aparece em público desde a eclosão da guerra. Segundo múltiplos relatos da imprensa internacional, o clérigo sofreu diversos ferimentos no corpo e no rosto, mas sobreviveu ao bombardeio de 28 de fevereiro.

Ansa - Brasil
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