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Menos de um terço dos norte-americanos apoia plano tributário de Trump, mostra pesquisa Reuters/Ipsos

25 out 2017
10h06
atualizado às 10h39
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Menos de um terço dos norte-americanos apoia o plano de cortes de impostos de Donald Trump, de acordo com pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na terça-feira, e o presidente foi ao Capitólio em busca de apoio republicano à sua proposta de redução de taxas para pessoas físicas e jurídicas.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington 20/10/2017 REUTERS/Jonathan Ernst
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington 20/10/2017 REUTERS/Jonathan Ernst
Foto: Reuters

Com a aproximação das campanhas eleitorais de meio de mandato de 2018, o levantamento revelou que mais de dois terços dos eleitores registrados disseram que reduzir o déficit do orçamento federal é mais importante do que cortar impostos para os ricos ou as corporações.

O plano de Trump elevaria muito o déficit e aumentaria a dívida nacional de 20 trilhões de dólares, segundo críticos e analistas independentes, mas republicanos afirmam que os cortes tributários propostos no plano seriam compensados pelo crescimento econômico, que geraria novas receitas com tributação.

Entre os republicanos entrevistados, 63 por cento disseram que a redução do déficit deveria ter prioridade sobre os cortes de impostos para corporações, e 75 por cento opinaram que a redução do déficit deveria ter prioridade sobre os cortes de impostos para os ricos.

Os democratas se opõem ao plano de Trump, apresentado no dia 27 de setembro, e dizem que ele é injusto com os pobres e a classe trabalhadora.

O plano ainda é um "esboço" de nove páginas que foi montado em segredo pelo governo Trump e por líderes do Congresso. Uma legislação formal está sendo desenvolvida.

Os líderes do Congresso e Trump estão tentando angariar apoio ao plano junta à base republicana, que não se envolveu com o processo de preparação do esboço.

Trump, que ainda não conseguiu aprovar nenhum item de peso de sua pauta legislativa desde que tomou posse em janeiro, quer que seu plano se torne lei antes do final do ano, um cronograma que alguns analistas duvidam ser realista.

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