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Meio-irmão assassinado de Kim Jong-un era informante da CIA

Revelação sobre Kim Jong Nam foi feita pelo Wall Street Journal

11 jun 2019
13h32
atualizado às 13h52
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Meio-irmão do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Nam, assassinado em fevereiro de 2017 no aeroporto de Kuala Lumpur, era um informante da CIA, relevou hoje (11) o jornal The Wall Street Journal, citando fontes norte-americanas. "Havia um nexo entre ele e a CIA", disse a fonte ouvida pelo diário, a qual ressaltou que Kim Jong Nam se reuniu várias vezes com funcionários da agência de inteligência dos Estados Unidos.

Kim Jong-nam era um crítico do regime comandado por seu meio-irmão e vivia no exílio
Kim Jong-nam era um crítico do regime comandado por seu meio-irmão e vivia no exílio
Foto: DW / Deutsche Welle

"[Mas] Várias ex-autoridades dos EUA disseram que o meio-irmão, que vivia fora da Coreia do Norte há vários anos e não tinha nenhuma base de poder conhecida em Pyongyang, provavelmente não era capaz de fornecer detalhes sobre os mecanismos internos do país sigiloso", ressaltou o jornal.

Kim Jong Nam, filho mais velho de Kim Jong-il, é meio-irmão de Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte. Ele foi assassinado na Malásia, em um ataque com a substância neurotóxica VX, em 13 de fevereiro de 2017, em um crime que chamou a atenção do mundo todo.

O papel de Kim Jong Nam como informante da CIA é mencionado em um novo livro a respeito de Kim Jong Un, 'The Great Successor', da repórter Anna Fifield, do jornal Washington Post, que será lançado nesta terça-feira.

Ansa - Brasil   
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