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Medicamento Keytruda, da Merck, aumenta taxa de sobrevivência a câncer de pulmão após dois testes

3 jun 2018 - 14h30
(atualizado às 14h45)
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O medicamento de imunoterapia Keytruda, da Merck, aumentou o tempo de sobrevivência em pacientes recém diagnosticados com câncer de pulmão e para os que estejam em tratamento de quimioterapia para combate de de célula escamosa de difícil tratamento, segundo mostram novos dados publicados neste domingo, consolidando ainda mais a liderança da companhia no lucrativo mercado da oncologia.

O Keytruda compete com drogas dos laboratórios Roche, Bristol-Myers Squibbe outras que também liberam o sistema imunológico para atacar tumores como em casos de câncer pulmonar.

Os medicamentos conseguiram aprovação para uma variedade de tipos de tumores, mas a maior oportunidade comercial está nos tumores pulmonares diagnosticados precocemente.

Os novos resultados, apresentados na reunião da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO, na sigla em inglês) em Chicago colaboram para a visão de que o Keytruda "estabeleceu o padrão para o qual outras terapias terão de ser comparadas", disse à Reuters Roy Baynes, diretor de desenvolvimento clínico da Merck.

((Tradução Redação Brasília; 55 61 3426-7026))

REUTERS LG

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