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Kim Jong-un chama falha de navio de guerra 'ato criminoso' de 'negligência absoluta'

Líder da Coreia do Norte criticou duramente a falha no lançamento de navio de guerra de 5 mil toneladas

21 mai 2025 - 23h00
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Resumo
Líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, criticou como "ato criminoso" a falha no lançamento de destróier de 5 mil toneladas, atribuindo o acidente à negligência e exigindo restauração antes de reunião política em junho.
O líder norte-coreano Kim Jong Un fala durante uma reunião do partido governante do país, em Pyongyang, Coreia do Norte, nesta foto divulgada em 29 de dezembro de 2024 pela Agência Central de Notícias oficial da Coreia do Norte.
O líder norte-coreano Kim Jong Un fala durante uma reunião do partido governante do país, em Pyongyang, Coreia do Norte, nesta foto divulgada em 29 de dezembro de 2024 pela Agência Central de Notícias oficial da Coreia do Norte.
Foto: Via Reuters

Durante o lançamento de um novo destróier da Marinha da Coreia do Norte, nesta quarta-feira, 21, um grave acidente interrompeu a cerimônia comandada pelo líder Kim Jong-un. Segundo informações da agência estatal KCNA, Kim, que acompanhava pessoalmente o evento, classificou o incidente como um "ato criminoso" resultante de "negligência absoluta" e disse que a falha "colapsou a dignidade e o autorrespeito" do país.

O destróier de 5 mil toneladas sofreu uma perda de equilíbrio no momento da descida à água, no porto oriental de Chongjin, o que levou à destruição parcial da base da embarcação. A KCNA afirmou que partes do fundo do navio foram esmagados, mas não deu detalhes sobre a extensão total dos danos nem informou se houve feridos.

"Kim Jong-un fez uma avaliação severa dizendo que foi um acidente grave e um ato criminoso causado por negligência absoluta, irresponsabilidade e empirismo anticientífico, o que está fora dos limites do possível e não pode ser tolerado", afirmou a agência oficial. O líder norte-coreano ainda determinou que o navio seja restaurado "antes da reunião-chave do Partido dos Trabalhadores em junho".

Ainda segundo Kim, a recuperação do destróier "não é meramente uma questão prática, mas uma questão política diretamente relacionada à autoridade do Estado". 

O episódio ocorre pouco depois do lançamento bem-sucedido de outro destróier semelhante, ocorrido em abril na costa oeste do país, na cidade portuária de Nampho, também acompanhado por Kim.

Fonte: Redação Terra
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