Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Itália confirma libertação de empresário Luigi Gasperin na Venezuela

Cidadão italiano estava detido desde agosto do ano passado em Caracas

15 jan 2026 - 07h35
(atualizado às 08h14)
Compartilhar
Exibir comentários

O governo italiano anunciou nesta quinta-feira (15) que o empresário Luigi Gasperin foi libertado da prisão na Venezuela e já se encontra na Embaixada da Itália em Caracas.

Anúncio foi feito pelo vice-premiê Antonio Tajani
Anúncio foi feito pelo vice-premiê Antonio Tajani
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A informação foi divulgada pelo vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, em suas redes sociais.

"Luigi Gasperin também está livre. Ele está agora em nossa embaixada em Caracas. Nos últimos dias, obtivemos a ordem para sua libertação. Ele foi libertado da prisão ontem à noite", escreveu.

A soltura de Gasperin, junto com a de outros integrantes da oposição, já havia sido noticiada na noite de quarta-feira pela Plataforma de Unidade Democrática.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, o cidadão italiano "está debilitado, mas em condição estável".

A nota revela ainda que Gasperin manifestou o desejo de permanecer na Venezuela e retornar à cidade de Maturín, no estado de Monagas, onde está sediada sua empresa.

A ordem de libertação já havia sido emitida anteriormente, mas ainda não tinha sido executada por uma das instâncias da administração venezuelana, tornando-se efetiva apenas na noite passada. A família de Gasperin vive na Itália, na cidade de Tortona, na província de Alessandria.

A libertação do empresário soma-se à do trabalhador humanitário Alberto Trentini e à do empresário Mario Burlò, que deixaram a prisão de Rodeo 1, em Caracas, na última segunda-feira (12).

Gasperin, de 77 anos, é proprietário da Técnica Petrolera WLP, uma das principais empresas da região de Monagas e parceira de longa data da estatal PDVSA.

Ele foi preso em agosto do ano passado no contexto de uma investigação sobre um suposto atentado contra o então presidente Nicolás Maduro, que teria sido organizado por uma rede de conspiradores na Praça Venezuela, no centro de Caracas.

De acordo com autoridades venezuelanas, citadas pela imprensa italiana, Gasperin foi acusado de ter fornecido os explosivos para o suposto ataque. 

Ansa - Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade