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Guardas suíços 'antivacina' abandonam segurança do Papa

Três membros da corporação não quiseram se imunizar contra Covid

3 out 2021 - 11h32
(atualizado às 12h46)
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Três membros da Guarda Suíça que haviam jurado servir fielmente ao papa Francisco renunciaram a seu serviço no Vaticano para fugir da obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19.

Todos eles tinham oferecido a própria vida, caso necessário, para proteger a do pontífice, mas não previam a necessidade de se imunizar contra o novo coronavírus.

Guarda Suíça cuida da segurança dos papas
Guarda Suíça cuida da segurança dos papas
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A informação foi revelada pelo jornal suíço Tribune de Genève e confirmada pelo porta-voz da guarda papal, Urs Breitenmoser. Em 1º de outubro, entrou em vigor no Vaticano uma norma que exige a apresentação de certificado anti-Covid por todos os funcionários da cidade-Estado.

Esse passaporte sanitário também pode ser obtido por pessoas com teste negativo para o novo coronavírus, mas no caso específico da Guarda Suíça, que tem contato estreito com o Papa e seus convidados, o Vaticano preferiu impor vacinação obrigatória, já que exames não detectam infecções recentes.

Ao todo, seis membros da Guarda Suíça não tinham sido imunizados contra a Covid, sendo que três deixaram o serviço, enquanto outros três aceitaram se vacinar, mas ficarão afastados até a conclusão do ciclo de duas doses.

"É uma medida que se adequa àquela de outros corpos armados no mundo", disse Breitenmoser à Tribune de Genève. Francisco está vacinado com o imunizante da Biontech/Pfizer desde o início de fevereiro, quando tomou sua segunda dose.

Ansa - Brasil
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