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Governo Petro diz estar aberto a mudanças em reformas para aprová-las

31 jul 2023 - 20h02
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O governo da Colômbia está disposto a aceitar mudanças nas propostas de reforma trabalhista, previdenciária e da Saúde, mas buscará manter o espírito dos projetos enquanto constrói acordos sempre que possível, disse nesta segunda-feira o ministro do Interior, Luis Fernando Velasco.

O presidente Gustavo Petro, que completará um ano no poder em 7 de agosto, trabalha por reformas econômicas e sociais para diminuir a desigualdade e a pobreza, ao mesmo tempo em que tenta encerrar de vez conflitos armados que já duram seis décadas e deixaram pelo menos 450 mil mortos.

As reformas trabalhista, previdenciária e da Saúde propostas por Petro não foram aprovadas em duas sessões anteriores do Congresso, e a coalizão que sustentava o governo -- formada por partidos de esquerda, centro e até de direita -- colapsou em abril.

As reformas da Saúde e da Previdência continuam de onde pararam, mas a trabalhista terá de ser apresentada novamente, após a derrota no Parlamento.

"Está claro que haverá debates e, se participamos deles, é claro que estamos dispostos a ouvir, não apenas a sermos ouvidos", disse Velasco, que prometeu conversar com empresários e a sociedade para aprovar as propostas.    Apesar das dificuldades, o governo conseguiu aprovar uma reforma tributária e uma lei que concede terras a comunidades rurais. Também ratificou o acordo de Escazu, que visa proteger o meio ambiente e os ambientalistas.    O governo ainda pretende garantir educação gratuita a estudantes pobres nas universidades públicas e negociar mecanismos necessários para acordos de paz com vários grupos armados da nação, acrescentou o ministro.    Guerrilhas de esquerda e o crime organizado são uma ameaça a regiões remotas da nação. Ambos buscam controlar territórios para suas atividades criminosas, como o tráfico de drogas e a mineração ilegal, segundo Velasco.   

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