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Gangue do Haiti mata ao menos 110 pessoas em Cité Soleil, diz grupo de direitos humanos

9 dez 2024 - 10h00
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Pelo menos 110 pessoas foram mortas no fim de semana na favela de Cité Soleil, no Haiti, quando o líder de uma gangue atacou idosos que ele suspeitava terem causado a doença de seu filho por meio de bruxaria, informou a Rede Nacional de Defesa dos Direitos Humanos (RNDDH) no domingo.

Todas as vítimas tinham mais de 60 anos, informou o grupo de direitos humanos.

O líder da gangue de Wharf Jeremie, Monel "Mikano" Felix, ordenou o massacre depois que seu filho ficou doente, disse a RNDDH, afirmando que ele buscou o conselho de um sacerdote vodu que acusou os idosos da região de prejudicar a criança por meio de feitiçaria.

Os membros da gangue mataram pelo menos 60 pessoas na sexta-feira e 50 no sábado, usando facões e facas, segundo o relato.

Cité Soleil, uma favela densamente povoada perto do porto da capital Porto Príncipe, está entre as áreas mais pobres e violentas do Haiti.

O rígido controle das gangues, incluindo a restrição do uso de telefones celulares, limitou a capacidade dos moradores de compartilhar informações sobre o massacre.

Felix, que lidera a gangue Wharf Jeremie, foi proibido de entrar na vizinha República Dominicana em 2022.

O filho de Felix morreu na tarde de sábado, disse a RNDDH.

Em outubro, as Nações Unidas estimaram que a gangue de Felix contava com cerca de 300 pessoas e também operava nas proximidades de Fort Dimanche e La Saline.

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