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Sequestrador de Paris diz em vídeo ser do Estado Islâmico

Amedy Coulibaly revelou ter agido, de forma sincronizada, com os irmãos Kouachi, autores do atentado contra a revista Charlie Hebdo

11 jan 2015
09h54
atualizado às 14h05
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<p>O vídeo é apresentado como uma reivindicação póstuma dos ataques cometidos na França durante a semana passada</p>
O vídeo é apresentado como uma reivindicação póstuma dos ataques cometidos na França durante a semana passada
Foto: Twitter

O autor dos ataques em Montrouge e no mercado de produtos judeus que deixaram cinco pessoas mortas, Amedy Coulibaly, reivindica o ataque que tirou a vida de uma policial na quinta-feira e alega ser membro do Estado Islâmico, em um vídeo neste domingo na internet.

O vídeo de 7 minutos e 17 segundos, apresentado como uma reivindicação póstuma dos ataques cometidos na França durante a semana passada, foi rapidamente retirado do site Dailymotion.

"Eu me reporto ao califa dos muçulmanos Abu Bakr al-Baghdadi, o califa Ibrahim", afirma Coulibaly, que está vestido com um traje muçulmano, um keffieh, e tem atrás dele uma bandeira negra. "Eu jurei fidelidade ao califa desde a declaração do califado", acrescenta.

"Chegamos de forma sincronizada para sair ao mesmo tempo", afirma o terrorista, referindo-se aos irmão Kouachi, que atacaram a revista Charlie Hebdo, onde mataram 12 pessoas no dia 7.

"Chegamos de forma sincronizada para sair ao mesmo tempo", afirma o homem, referindo-se aos irmão Kouachi, que atacaram a revista Charlie Hebdo, onde mataram 12 pessoas no dia 7.

Em seguida, ele justifica esses ataques apresentados como uma resposta aos "ataques contra o califado". 

Amedy Coulibaly foi morto na sexta-feira pelos policiais depois da violenta tomada de reféns em um mercado de produtos judeus na localidade de Porte de Vincennes.

Foto: Arte Terra

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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