Exposição da Médicos Sem Fronteiras reproduz em São Paulo parte da realidade dos campos de refugiados do mundo; uma das situações mais críticas é a da guerra síria, que já desalojou quase 2 milhões de pessoas
Foto: Vagner Magalhães / Terra
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A Rússia propôs aos Estados Unidos um plano em quatro etapas para a destruição das armas químicas da Síria, que começaria com a adesão de Damasco à Organização para a Proibição de Armas Químicas, informa a imprensa russa.
O plano de Moscou pretende evitar uma ofensiva militar dos Estados Unidos em resposta a um ataque com armas químicas em uma área controlada pelas forças rebeldes perto de Damasco, que segundo os países ocidentais foi cometido pelo regime sírio.
O jornal Kommersant revela pela primeira vez os detalhes do plano, que segundo a publicação foi apresentado aos americanos na terça-feira, apesar do anúncio oficial ter acontecido na quarta-feira.
Em uma primeira etapa, Damasco anunciaria a adesão à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ, na sigla em inglês).
Posteriormente, a Síria deverá revelar a localização de seu arsenal químico e o local de fabricação. O terceiro passo seria autorizar a entrada no país dos inspetores da OPAQ. A etapa final seria a destruição das armas, em cooperação com os inspetores.
O Kommersant, que habitualmente tem acesso a fontes da diplomacia russa, destacou que ainda resta definir quem destruiria fisicamente as armas, e não se descarta uma missão conjunta entre Rússia e Estados Unidos.
O ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, e o chefe da diplomacia americana, John Kerry, discutirão o plano em Genebra nesta quinta-feira.
O Exército Sírio Livre (ESL, rebeldes) rejeitou a proposta russa de colocar as armas químicas da Síria sob controle internacional e pediu que as autoridades do regime que admitiram possuir este tipo de armamento sejam julgados.
"O ESL anuncia sua rejeição categórica da iniciativa russa que pretende colocar as armas químicas sob controle internacional", afirmou o chefe militar dos insurgentes, general Selim Idris, em um depoimento divulgado no YouTube.
Há dois anos, a guerra civil na Síria muda a vida de milhões de pessoas no país. Para 2 milhões de pessoas, a saída foi deixar o país e tentar a sorte como refugiados para além de suas fronteiras. Para Issa, 10 anos, signficou o fim da infância. Antes mesmo de entrar na adolescência, o menino trabalha 10 horas por dia, seis dais por semana, ajudando o seu pai em uma fábrica de armas do Exército Livre Sírio - principal organização rebelde armada do país -, em Aleppo. Seu único dia de folga é sexta-feira, dia em que os muçulmanos reservam para orações. No dia 7 de setembro, a rotina do menino foi registrada em um ensaio fotográfico feito por Hamid Khatib, da agência Reuters
Foto: Reuters
Issa opera máquina em fábrica de armas de rebeldes sírios, em Aleppo
Foto: Reuters
Issa carrega morteiro durante dia de trabalho
Foto: Reuters
Issa posa para fotos com o rosto sujo de graxa após dia de trabalho
Foto: Reuters
Issa trabalho no conserto de lançador de morteiros para os rebeldes
Foto: Reuters
O menino reúne morteiros feitos na fábrica
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Issa trabalha no conserto do lançador de morteiros
Foto: Reuters
O menino trabalha 10 por dias dia, seis dias por semana
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Issa faz o trabalho pesado para ajudar o seu pai na fábrica
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Issa mede morteiro durante a produção dos armamentos
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Issa volta para casa ao lado de seu pai após dia de trabalho
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Issa alimenta seus pássaros de estimação em sua casa, em Aleppo
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