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Papa Francisco

Popularidade de Francisco eleva busca por suvenires no Vaticano

26 abr 2013 - 06h04
(atualizado às 07h32)
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Turista observa imagens do papa Francisco em loja de souvenires
Turista observa imagens do papa Francisco em loja de souvenires
Foto: EFE

O início do Pontificado de Francisco provocou uma avalanche no setor turístico, sobretudo nas lojas de lembranças, que mudam a sua relação de objetos à venda para adaptar-se à chegada do papa argentino, já protagonista de todos os suvenires.

Com a escolha do novo Pontífice se intensificaram os comércios voltados a turistas ao redor da Basílica de São Pedro, no Vaticano, para vender lembranças, fotos e objetos que narrarão a era do papa Francisco. Cruzes, medalhas, estojos, canetas, borrachas, cadernos, estatuetas da Basílica e relógios: tudo o que puder levar uma fotografia do papa está à venda.

De um lado estão as "lembrancinhas" para o lar, como as imponentes cruzes barrocas que pendem das paredes das lojas turísticas do Vaticano, os trípticos em tábua com "madonas" flamengas e os pequenos e coloridos tapetes. Do outro lado são encontrados uma xícara, um cinzeiro e os presentes que melhor se adaptam tanto aos novos tempos no Vaticano quanto ao bolso do turista.

Agora, as lojas de suvenires do Vaticano reduziram ao mínimo as suas importações de objetos ligados a Bento XVI, enquanto ganham terreno as peças inspiradas no novo Pontífice, "muito mais midiático", como assegurou à agência EFE a dona de uma livraria na Praça de São Pedro.

"Na próxima segunda-feira, receberemos muito mais objetos. Por enquanto, só chegam os inspirados em Francisco e João Paulo II, que continua sendo muito admirado. Agora, requereremos muito menos coisas do Papa Emérito", confessou, enquanto atendia clientes, o diretor da loja Savelli, na Praça do Santo Ofício.

Lembranças do papa Francisco rapidamente se tornaram mais populares do que as de seu antecessor
Lembranças do papa Francisco rapidamente se tornaram mais populares do que as de seu antecessor
Foto: EFE

O recente Conclave trouxe consigo hordas de turistas em busca de fotografias e, certamente, de algum presente para levar na mala como símbolo "daquela semana de abril que passamos na Cidade Eterna".

"Xícaras, medalhas, crucifixos... quase tudo o que temos já é do papa Francisco, mas, claro, as pessoas compram coisas baratas. Você sabe, é a crise", afirmou Luisa, uma empregada da loja Rome Souvenirs.

Há ainda outro tipo de suvenires além das "lembrancinhas", os livros, que podem ser vistos nas vitrines de qualquer livraria de Roma, colocados sempre em posição de destaque. "Não tenhais medo da ternura" é o que diz a vitrine de umas dessas lojas, que utiliza a frase que o Papa pronunciou no dia de sua entronização na Praça de São Pedro.

E já não se trata apenas dos livros escritos pelo cardeal Bergoglio antes de assumir o trono de Pedro ou das publicações que os mais ávidos, rápidos e práticos biógrafos produziram como que por magia em poucos dias depois da fumaça branca, mas é fácil intuir que muitos deles se centram no papa Francisco.

A lista de livros de não ficção da popular livraria italiana La Feltrinelli está infestada de publicações sobre Bergoglio. Prova disso é que as cinco publicações mais compradas são assinadas por ele ou falam e teorizam sobre o que sua figura representa.

Definitivamente, a presença do novo Bispo de Roma começa a ser onipresente na Cidade Eterna, e as lojas de lembranças se enchem de milhares de suvenires que, no futuro, ajudarão as próximas gerações a lembrar quem era e como era o papa Francisco, o primeiro pontífice latino-americano.

EFE   
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