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Rainha Elizabeth pode ter que deixar Palácio para reformas

Moradia da realeza, de 300 anos de idade, precisa de melhorias que podem custar até 150 milhões de libras

24 jun 2015 - 14h50
(atualizado às 16h16)
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A rainha Elizabeth, da Grã-Bretanha, pode ter que se mudar do Palácio de Buckingham, por um período de tempo considerável, para que empreiteiros possam fazer reformas de milhões de libras no edifício decadente.

Rainha e outros membros da realeza no Palácio de Buckingham.  13/6/2015.
Rainha e outros membros da realeza no Palácio de Buckingham. 13/6/2015.
Foto: Stefan Wermuth / Reuters

O palácio de 300 anos necessita de cerca de 150 milhões de libras para o conserto dos telhados, a troca da fiação elétrica e o reparo de decorações antigas e encanamentos antiquados, declarou uma fonte da realeza nesta quarta-feira (24).

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Embora não haja nenhuma decisão iminente, já que ainda é preciso liberar os fundos, os membros da realeza que utilizam o palácio como sua sede londrina, incluindo a rainha e alguns de seus filhos, podem ter que se mudar também, se essa for a solução mais eficaz em termos de custos. “É uma de várias opções em potencial enquanto levam adiante a manutenção essencial do palácio”, afirmou a fonte.

Se tiver que se mudar, a rainha tem várias residências oficiais para escolher, como o Castelo de Windsor, no oeste de Londres, a Casa Sandringham, em Norfolk, o Palácio de Holyrood, em Edinburgo, e mais ao norte o Castelo Balmoral, na Escócia.

O Palácio de Buckingham tem 775 cômodos, incluindo 52 quartos reais e de convidados e 188 quartos para os empregados. Ele foi comprado pelo rei George III para sua esposa, a rainha Charlotte, e serve como residência londrina oficial dos monarcas britânicos desde 1837.

Em janeiro de 2014, legisladores acusaram membros da realeza de negligenciar os reparos no palácio, dizendo que a fiação elétrica e as caldeiras têm pelo menos 60 anos e que existe amianto que precisa ser retirado. “Iremos analisar cuidadosamente todas as opções e as implicações de gastos antes de tomar quaisquer decisões”, disse uma porta-voz do palácio.

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