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Itália: capitão de balsa pede para não ser chamado de herói

Incidente em ferry deixou onze pessoas mortas após incêndio; 98 ainda estão desaparecidas

1 jan 2015 - 15h21
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A referência ao heroísmo do comandante tem a ver com o fato de Giacomazzi ter deixado a balsa apenas quando todas as pessoas foram retiradas do local
A referência ao heroísmo do comandante tem a ver com o fato de Giacomazzi ter deixado a balsa apenas quando todas as pessoas foram retiradas do local
Foto: Ansa/Riccardo Dalle Luche / AP

O comandante da balsa italiana Norman Atlantic, Argilio Giacomazzi, falou brevemente com os jornalistas nesta quinta-feira e disse que não quer ser chamado de herói.

"Eu queria levar todos para casa. Estou muito cansado e não me chamem de herói. Os agradecimentos não devem ser feitos para mim, eles não servem", falou Giacomazzi em frente à sua residência. Ele ainda sofre com uma leve intoxicação por ter respirado muita fumaça durante o incêndio da embarcação e tem algumas escoriações pelo corpo.

A referência ao heroísmo do comandante tem a ver com o fato de Giacomazzi ter deixado a balsa apenas quando todas as pessoas foram retiradas do local. Também tem a ver com a memória dos italianos, que lembram do capitão Francesco Schettino, do navio Costa Concordia. Em 2012, enquanto o barco estava tombando, ele foi um dos primeiros a deixar o local da colisão que matou 32 pessoas.

Nesta quarta-feira, o procurador de Bari, Giuseppe Volpe, disse que "não há informações" sobre o paradeiro de 98 pessoas que estavam na embarcação. Oficialmente, são 11 vítimas fatais do acidente que ocorreu no último domingo.

Imagens mostram resgate de passageiros de balsa em chamas:

Fonte: ANSA
Fonte: Terra
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