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EUA rejeitam acordo da OMS sobre resposta global a pandemia

18 jul 2025 - 15h24
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Os Estados Unidos rejeitaram um acordo adotado pelos membros da Organização Mundial da Saúde para melhorar a preparação para futuras pandemias após a resposta global desarticulada à Covid-19, informou o governo nesta sexta-feira.

O Departamento de Estado e o Departamento de Saúde e Serviços Humanos disseram em um comunicado que transmitiram na sexta-feira a rejeição oficial dos EUA ao pacto juridicamente vinculativo, que foi adotado em Genebra em maio, após três anos de negociações.

O objetivo do pacto é garantir que medicamentos, terapias e vacinas sejam acessíveis globalmente quando a próxima pandemia ocorrer. Ele exige que os fabricantes participantes aloquem uma meta de 20% de suas vacinas, medicamentos e testes para a OMS durante uma pandemia para garantir que os países mais pobres tenham acesso.

Os negociadores dos EUA deixaram as discussões sobre o acordo depois que o presidente Donald Trump iniciou um processo de 12 meses para retirar os EUA -- de longe o maior financiador da OMS -- da agência quando assumiu o cargo em janeiro. A saída significa que os EUA não estariam vinculados ao pacto.

"Desenvolvidas sem a devida contribuição do público, essas emendas ampliam o papel da OMS em emergências de saúde pública, criam autoridades adicionais para a OMS na formulação de declarações de pandemia e promovem a capacidade da OMS de facilitar o 'acesso equitativo' a produtos de saúde", diz o comunicado dos EUA.

"A terminologia das emendas de 2024 é vaga e ampla, arriscando respostas internacionais coordenadas pela OMS que se concentram em questões políticas como solidariedade, em vez de ações rápidas e eficazes", acrescenta o comunicado, emitido em conjunto pelo secretário de Estado Marco Rubio e pelo secretário de Saúde e Serviços Humanos Robert F. Kennedy Jr.

Kennedy, que tem um longo histórico de semear dúvidas sobre a segurança das vacinas, criticou a OMS em um discurso em vídeo para a Assembleia durante a votação, dizendo que ela não havia aprendido com as lições da pandemia com o novo acordo.

Kennedy e Rubio disseram na sexta-feira que a rejeição protege a soberania dos EUA. No entanto, o pacto deixa a política de saúde a cargo dos governos nacionais e não contém nada que se sobreponha à soberania nacional.

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