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EUA impõem novas sanções ao Irã em meio à escalada de tensões

Medidas visam chanceler persa e comandantes da Guarda Revolucionária

30 jan 2026 - 13h35
(atualizado às 13h42)
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Os Estados Unidos impuseram novas sanções ao Irã, informou nesta sexta-feira (30) o secretário do Tesouro do país, Scott Bessent.

Medidas visam chanceler persa e comandantes da Guarda Revolucionária
Medidas visam chanceler persa e comandantes da Guarda Revolucionária
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Entre os alvos das medidas americanas estão o ministro do Interior de Teerã, Eskandar Momeni, vários comandantes da Guarda Revolucionária e as empresas de serviços financeiros Zedcex Exchange e Zedxion Exchange.

"Continuaremos a visar as redes iranianas e a elite do Irã", garantiu Bessent.

Os iranianos, por sua vez, afirmaram estar dispostos a participar de negociações "justas" com Washington sobre a questão nuclear e pediram que os Estados Unidos "ajam racionalmente" para evitar um conflito no Oriente Médio.

"Estamos prontos para negociações, mas também estamos prontos para a guerra. Mísseis iranianos e o sistema de defesa antimíssil jamais serão tema dessas negociações, porque a segurança do povo iraniano não é algo que possamos discutir", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, durante uma coletiva de imprensa ao lado de seu homólogo turco, Hakan Fidan.

Em meio ao aumento das tensões entre Washington e Teerã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "espera" que uma intervenção militar contra o Irã não seja necessária.

"Temos muitos navios muito grandes e poderosos navegando em direção ao Irã neste momento, e seria ótimo se não precisássemos usá-los", alertou o republicano a repórteres.

O New York Times, contudo, informou que Trump recebeu uma lista ampliada de possíveis opções militares contra o Irã, com o objetivo de infligir mais danos às instalações nucleares e de mísseis do país ou enfraquecer o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, segundo autoridades dos EUA.

Entre as opções mais arriscadas, de acordo com o jornal, estaria o possível envio secreto de comandos americanos para destruir ou danificar gravemente partes do programa nuclear de Teerã que ainda não teriam sido atingidas pelos bombardeios realizados em junho passado.

Resposta do Irã à União Europeia

Pouco depois de a União Europeia ter designado o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica como "organização terrorista", o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, respondeu duramente à decisão do bloco.

"A UE certamente sabe que, de acordo com a resolução da Assembleia Consultiva Islâmica, os exércitos dos países envolvidos na recente resolução da UE contra a Guarda Revolucionária Islâmica são considerados terroristas", enfatizou o alto funcionário iraniano. .

Ansa - Brasil
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