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Estados Unidos

Ex-soldado dos EUA acusado de homicídio e estupro é julgado

6 abr 2009 - 16h32
(atualizado às 18h59)
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O julgamento do suposto líder de um grupo de soldados americanos que estuprou e matou uma adolescente de 14 anos e massacrou toda sua família começou nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

Steven D. Green foi expulso do Exército americano por "distúrbios da personalidade" antes da descoberta do massacre
Steven D. Green foi expulso do Exército americano por "distúrbios da personalidade" antes da descoberta do massacre
Foto: AP

Steven D. Green, que fora expulso do Exército americano por "distúrbios da personalidade" antes que o massacre fosse descoberto, está sendo julgado por um tribunal civil de Kentucky (centro-leste dos EUA), e pode ser condenado à morte.

Outros três soldados já foram condenados por uma corte marcial à prisão perpétua e um quarto, que não participou diretamente da ação, pegou dois anos e três meses.

Green é suspeito de ter incentivado e liderado seus colegas nesta operação criminosa, perpetrada numa noite de março de 2006.

Os cinco homens teriam planejado o crime bebendo uísque e jogando cartas em um posto de controle de Mahmudiyah, 30 km ao sul de Bagdá.

O soldado Green disse a seus amigos que queria "invadir uma casa e matar iraquianos", segundo um dos militares julgados.

Os soldados, que pretendiam "manter relações sexuais com uma mulher iraquiana", escolheram como alvo uma adolescente de 14 anos, sabendo que o pai dela era o único homem da casa, onde também moravam sua mãe e sua irmã de seis anos.

Segundo o depoimento de um dos soldados, dois deles estupraram a jovem, e escutaram em seguida quatro ou cinco disparos no quarto onde Green tinha levado o pai, a mãe e a menina de seis anos.

Steven Green estuprou então a adolescente, antes de matá-la.

Depois disso, os soldados incendiaram a casa com querosene e voltaram a seu posto de controle, a cerca de 200 metros dali.

Green é julgado por um tribunal civil porque já não integrava mais o exército quando seus cúmplices foram julgados por uma corte marcial.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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