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"Trump é culpado", diz parente de mulher morta no Capitólio

Rosanne Boyland, de 34 anos, moradora de Kennesaw, na Geórgia, foi um dos quatro civis que morreram no tumulto

8 jan 2021 15h36
| atualizado às 17h52
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O cunhado de uma mulher morta durante a invasão de quarta-feira ao Capitólio dos Estados Unidos por uma multidão que buscava reverter a derrota eleitoral do presidente Donald Trump disse que Trump é culpado pelo tumulto, e se juntou aos apelos para que ele seja removido do cargo.

Apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, invadem prédio do Capitólio
06/01/2021
REUTERS/Shannon Stapleton
Apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, invadem prédio do Capitólio 06/01/2021 REUTERS/Shannon Stapleton
Foto: Reuters

Rosanne Boyland, de 34 anos, moradora de Kennesaw, na Geórgia, foi um dos quatro civis que morreram no tumulto, de acordo com a polícia de Washington. Um oficial da Polícia do Capitólio também morreu em decorrência de ferimentos na confusão.

Vários meios de comunicação, incluindo a afiliada da CBS em Atlanta, relataram que Boyland foi pisoteada até a morte com o aumento da multidão no Capitólio, citando um amigo da família. A polícia não revelou a causa da morte.

Seu cunhado, Justin Cave, disse à mídia de Atlanta que sua família ainda estava tentando descobrir as circunstâncias da morte. Ela era "apaixonada por suas crenças" e apoiava Trump, e a família estava de luto por outros mortos e feridos nos distúrbios, disse ele a um repórter da emissora Fox local.

"Nunca tentei ser uma pessoa política, mas é minha convicção pessoal de que as palavras do presidente incitaram um motim que matou quatro de seus maiores fãs e acredito que devemos invocar a 25ª Emenda neste momento", declarou Cave.

Um porta-voz da Casa Branca não estava imediatamente disponível para comentar sobre a morte de Boyland.

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