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Em meio a crise, Papa recebe chanceler de Cuba no Vaticano

Parrilla tem tentado sensibilizar lideranças sobre a situação da ilha

28 fev 2026 - 09h57
(atualizado às 10h51)
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O papa Leão XIV recebeu neste sábado (28), no Vaticano, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, em meio à grave crise econômica e energética enfrentada pela ilha caribenha.

Papa Leão XIV durante exercícios espirituais da Cúria no Vaticano
Papa Leão XIV durante exercícios espirituais da Cúria no Vaticano
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O encontro foi divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé, que, no entanto, não deu detalhes sobre o teor da conversa.

A visita de Parrilla faz parte de um giro pela Europa para tentar sensibilizar governos sobre a dramática situação de Cuba, que vem sofrendo com recorrentes blecautes e uma crise econômica galopante, sobretudo após a captura do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos.

O presidente Donald Trump tem pressionado Havana a "fechar um acordo" o quanto antes, porém ainda não indicou de forma clara quais são suas demandas. Em meio a esse cenário, circulam rumores sobre uma possível mediação do Vaticano para aliviar as restrições a Cuba.

Recentemente, o Papa se reuniu com o bispo de Guantánamo, Silvano Pedroso Montalvo, porém os outros membros da conferência episcopal do país desistiram de ir ao Vaticano por receio de não conseguir retornar, dada a escassez de combustível e petróleo na ilha.

Em seu Angelus de 1º fevereiro, Leão XIV já havia expressado grande preocupação com "o sofrimento do amado povo cubano" e pedido "diálogo".

Na última quarta (25), a crise ganhou um novo capítulo com o ataque das forças de Cuba contra um barco que, segundo Havana, carregava "terroristas", deixando quatro mortos, todos eles cubanos provenientes dos EUA.

De acordo com o governo castrista, a embarcação transportava 14 fuzis de assalto e 12,8 mil projéteis de diversos calibres.

"São armas de combate com as quais eles queriam praticar atos terroristas, promover desordens públicas e atacar unidades militares", disse o Ministério do Interior.

Ansa - Brasil
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