'É uma escolha dele', diz vice-premiê da Itália sobre fuga de Flávio
Após derrota para Lula, senador fugiu para os EUA via Argentina
O vice-premiê italiano, Antonio Tajani, declarou ser "uma escolha dele" a fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA após a derrota nas eleições de 2026 para Lula, reforçando que a Itália manterá boas relações com o governo eleito. Flávio viajou via Argentina e deve obter visto de Donald Trump, apesar de estar proibido de deixar o Brasil por investigações sobre lavagem de dinheiro com Willer Tomaz e inquérito no STF ligado a corrupção e evasão de divisas no financiamento do filme "Dark Horse".
O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, evitou analisar a decisão de Flávio Bolsonaro de fugir para os Estados Unidos após sua derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de 2026.
"É uma escolha dele", disse o chanceler à margem de um evento em Roma, nesta terça-feira (28). Na última segunda (26), Tajani havia dito que a Itália mantém "boas relações com o Brasil independentemente de quem está no governo".
"É uma nação amiga. O Brasil escolheu Lula, e manteremos relações com este governo, assim como temos feito até agora", declarou o ministro na ocasião.
Flávio fugiu para os Estados Unidos via Argentina e deve ganhar visto do governo de Donald Trump. Ele havia sido proibido de deixar o Brasil no âmbito do caso em que é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o amigo e advogado Willer Tomaz.
O senador também é alvo de inquérito no STF por suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas no financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de Bolsonaro, por Daniel Vorcaro, do Banco Master.
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