Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Mundo

Publicidade

Trump diz 'gostar' de Lula, mas afirma que eleição 'parece fraudada'

'A extensão' da votação 'foi muito estranha', declarou o presidente

26 out 2026 - 17h07
(atualizado às 17h46)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a eleição brasileira pareceu fraudada devido à extensão do horário de votação pelo STF, argumento também usado pelo derrotado Flávio Bolsonaro para pedir a anulação do pleito. Apesar das suspeitas levantadas, Trump declarou ter uma boa relação com o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e ressaltou que governa apenas os Estados Unidos, sem pretensão de intervir no processo político do Brasil.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se pronunciou pela primeira vez sobre o segundo turno das eleições no Brasil e disse nesta segunda-feira (26) que o pleito parece ter sido "fraudado", porém fez elogios a seu colega Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Trump e Lula durante reunião na Malásia
Trump e Lula durante reunião na Malásia
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O petista venceu a disputa contra Flávio Bolsonaro (PL) por uma diferença de mais de 4 milhões de votos, porém o senador não reconheceu o resultado e prometeu pedir a anulação das eleições, alegando irregularidade na decisão de Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender a votação em duas horas.

"Pareceu terrível para mim. Não tomei partido, mas, francamente, pareceu mais uma eleição fraudada. Foi uma péssima imagem para o mundo. Eleições precisam ser incontestáveis, e, para mim, a situação pareceu muito ruim", disse Trump a jornalistas antes de partir para o Mississippi.

Em seguida, questionado se pretendia fazer alguma coisa sobre assunto, respondeu: "Eu não governo o Brasil, eu governo os Estados Unidos. Eu só achei que a eleição foi... Eu gosto do Lula, me dou muito bem com ele, mas a extensão dada foi muito estranha", acrescentou.

O presidente dos EUA havia evitado fazer comentários sobre o Brasil durante a campanha eleitoral para, segundo a imprensa americana, não prejudicar Flávio, que prometia alinhamento total com a Casa Branca.

O governo Trump tem exercido pressões econômicas sobre o governo brasileiro, primeiro para tentar impedir a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e depois por práticas consideradas desleais por Washington, como a criação do Pix.

Ansa - Brasil
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra