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Depois de levar acordo com Irã à cúpula do G7, Trump busca pôr fim à guerra na Ucrânia

15 jun 2026 - 15h12
(atualizado às 16h16)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se com líderes mundiais nesta segunda-feira na cúpula do G7 à beira de um lago na França, onde divulgou seu acordo preliminar para pôr fim à guerra no Irã, ⁠e afirmou que agora buscará encerrar os conflitos na Ucrânia ‌e no Líbano.

A chegada de Trump à cúpula do G7 em Evian-les-Bains ocorre em um momento em que os ‌líderes mundiais se mostram cada vez ‌mais cautelosos em relação aos EUA. Embora muitos deles ⁠tenham expressado alívio com o acordo que poderia encerrar o conflito com o Irã, esse sentimento foi atenuado pela inquietação diante das novas ameaças de Trump de impor tarifas à França e de suas advertências sobre os perigos da imigração.

Em ‌declarações à imprensa ao lado do presidente francês, Emmanuel Macron, ‌Trump disse que um ⁠memorando de ⁠entendimento com o objetivo de pôr fim à guerra no Oriente Médio ⁠já foi assinado pelos EUA ‌e pelo Irã, mas ‌não deixou claro quando o texto seria divulgado.

Trump disse que alguns navios já estavam atravessando o Estreito de Ormuz, uma importante rota marítima para o abastecimento global de ⁠petróleo e gás que o Irã havia efetivamente fechado, e que eles passariam sem pagar pedágio.

Com o acordo com o Irã garantido, Trump disse que agora voltaria sua atenção para tentar garantir a ‌paz entre a Ucrânia e a Rússia, ao mesmo tempo em que buscaria encerrar os combates no Líbano.

"Tivemos uma conversa ⁠muito boa ontem com o presidente Zelenskiy e o presidente Putin, e acho que talvez possamos fazer algo nesse sentido. Acredito mesmo nisso. Acho que ambos estão abertos a isso", disse.

As consequências das guerras na Europa Oriental e no Oriente Médio são apenas uma das várias questões com as quais os líderes do G7 vão se deparar durante a cúpula de 15 a 17 de junho. Eles também buscarão um consenso sobre como lidar com os desequilíbrios econômicos globais, a obtenção de minerais críticos fora da China e a inteligência artificial.

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