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Ásia

Imperador do Japão visita sobreviventes de tsunami

27 abr 2011 - 07h19
(atualizado às 08h28)
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O imperador do Japão, Akihito, e a imperatriz Michiko viajaram nesta quarta-feira até as áreas devastadas por um tsunami no nordeste do país para para visitar os sobreviventes da catástrofe.

O imperador japonês Akihito, acompanhado pela imperatriz Michiko (ambos à direita), cumprimentam sobreviventes do tsunami em visita a um abrigo de Sendai, uma das localidades mais afetadas pela tragédia de 11 de março deste ano
O imperador japonês Akihito, acompanhado pela imperatriz Michiko (ambos à direita), cumprimentam sobreviventes do tsunami em visita a um abrigo de Sendai, uma das localidades mais afetadas pela tragédia de 11 de março deste ano
Foto: Reuters

O casal imperial conversou com algumas famílias refugiadas em um abrigo da cidade de Minamisanriku, no município de Miyagi.

"Como vocês estão? Como está a saúde de vocês?", perguntou o imperador, 77 anos.

Minamisanriku, uma das cidades mais afetadas pela tragédia, tinha 20 mil habitantes antes do terremoto e do tsunami de 11 de março.

Desde então foram encontrados 496 corpos e oficialmente são 656 desaparecidos. O tsunami destruiu mais de 3,8 mil casas na cidade, o que obrigou 6.000 pessoas a seguir para abrigos.

Os imperadores visitaram nas semanas posteriores ao desastre centros de abrigo mais ao sul, mas esta é a primeira vez que viajam ao centro da zona devastada pelo terremoto e tsunami.

Na próxima semana, Akihito e Michiko devem visitar os municípios de Iwate e de Fukushima para ouvir os depoimentos de cidadãos obrigados a abandonar suas casas em consequência da crise nuclear.

O tsunami de 11 de março afetou os circuitos de resfriamento da central de Fukushima Daiichi, provocando um importante vazamento radioativo. Quase 80.000 pessoas foram retiradas de um raio de 20 km ao redor da central.

"Símbolo da nação", segundo a Constituição, o imperador - que não tem nenhum poder político - fez um discurso em caráter excepcional, transmitido pela televisão, cinco dias depois do terremoto, no qual afirmou estar "profundamente preocupado" com a situação na central nuclear.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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