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Brasil põe aviões e navios na busca de submarino argentino

18 nov 2017
19h53
atualizado às 19h58
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O ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou neste sábado (18/11) que o Brasil está participando dos esforços para encontrar um submarino da marinha argentina que despareceu no Atlântico Sul.

Foto: Reuters

De acordo com Jungmann, foram enviadas para a região onde ocorrem as buscas a fragata Rademaker, o navio polar Maximiano e o navio de socorro submarino Felinto Perry. A Força Aérea Brasileira (FAB) também disponibilizou duas aeronaves, um aviao C-105 de busca e salvamento e um quadrimotor de patrulha marítima P-3.

O submarino militar argentino ARA San Juan manteve contato com sua base pela última vez na manhã de quarta-feira (15/11), quando estava a 432 quilômetros da costa da Patagônia. Ele estava navegando em direção à sua base em Mar del Plata quando as comunicações foram interrompidas.

Apesar da busca, as Forças Armadas argentinas se recusam a admitir que a embarcação esteja perdida. De acordo com a Marinha do país, a principal hipótese é que teria acontecido um problema nos equipamentos de comunicação do submarino.

Além do Brasil, outros países, como Chile, Uruguai e Peru ofereceram ajuda. O Reino Unido, que tem um histórico de conflito com a Argentina por causa da disputa pelas ilhas Malvinas (ou Falklands) disponibilizou um avião Hércules que está estacionado no arquipélago. A Nasa (Agência Especial dos EUA) colocou à disposição um avião que participa de pesquisas na Antártida.

O San Juan é um dos três submarinos da frota argentina. Lançado em 1983, a embarcação foi produzida pelo antigo estaleiro alemão Thyssen Nordseewerke e tem 65 metros de comprimento e sete metros de largura. Entre 2007 e 2014, a embarcação passou por reformas que prolongaram seu uso por mais 30 anos.

Deutsche Welle A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

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