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Lewis Hamilton não está feliz com a nova Fórmula 1 2026

15 fev 2026 - 12h59
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Os primeiros dias de testes da Fórmula 1 não têm sido muito satisfatórios para Lewis Hamilton. O piloto, que antes se mostrava positivo para a nova temporada, adotou um tom mais sombrio no Bahrein, reclamou do monoposto da Ferrari e agora, das regras implementadas em 2026.

Lewis Hamilton está infeliz com o novo regulamento da Fórmula 1
Lewis Hamilton está infeliz com o novo regulamento da Fórmula 1
Foto: Kym Illman/Getty Images / Perfil Brasil

"Eu participei de uma reunião, outro dia e eles estão nos explicando tudo. E sim, parece que você precisa de um diploma para entender tudo completamente", criticou Hamilton. Para o piloto, o novo regulamento é "ridiculamente complexo" e os fãs "não vão entender".

Entre as críticas do heptacampeão está o crescimento da importância do gerenciamento de energia nos motores. Já que o novo regulamento define que o motor de um carro da Fórmula 1 deve ser metade elétrico, metade à combustão. Com a potência da parte elétrica aumentando de 120 kW para 350 kW.

Hamilton não é o único a mencionar a necessidade de gerenciar cada trecho do circuito, com o objetivo de recarregar a bateria e não deixar o motor sem energia. Em alguns casos, é necessário tirar o pé do acelerador antes do fim da reta. Além de gerir o funcionamento da bateria, os pilotos também precisam pensar no funcionamento de outras novidades, como o "modo boost".

Quando usando o novo "modo boost", existe o risco de que o piloto ultrapasse, mas fique sem energia, dando a oportunidade para o adversário retomar a posição. O nível de gerenciamento requisitado preocupa o britânico: "Veja Barcelona, por exemplo, estamos fazendo 600 metros de frenagem e desaceleração em uma volta de classificatória. Não é assim que funciona uma corrida. Aqui, não precisamos fazer isso porque há muitas zonas de frenagem", disse Hamilton.

Cada piloto da Fórmula 1 terá quatro formas de recuperar a energia da bateria: na freada, ao sobrecarregar o acelerador nas curvas, ao tirar o pé antes do fim da reta e ao gerenciar a potência enquanto pisa 100% no acelerador. Porém, esse processo envolve usar marchas abaixo do que é desejado pelos pilotos em determinados trechos.

"As marchas baixas que temos que usar são apenas porque não conseguimos recuperar energia suficiente da bateria. Não conseguimos recuperar energia suficiente da bateria, então é por isso que temos que aumentar muito, muito, muito a rotação dos motores. Então, estamos reduzindo para a segunda e a primeira marcha em alguns lugares apenas para tentar recuperar um pouco mais de potência", completou.

Um novo engenheiro para Hamilton

Além da dificuldade com as novas regras, Lewis Hamilton está passando por um momento complicado dentro da Ferrari. Após alguns desentendimentos no ano passado, Riccardo Adami foi recolocado dentro da equipe e será substituído temporariamente por Carlo Santi. O italiano trabalhou na mesma função com Kimi Räikkönen em 2018.

Quando questionado sobre a saída de Adami, Hamilton afirmou que foi uma decisão difícil e a nova parceria deve durar algumas semanas: "Na verdade, é um período bastante complicado, porque não se trata de algo a longo prazo. A solução que tenho atualmente será válida apenas para algumas corridas. No início da temporada, haverá uma nova mudança. Vou ter que aprender a trabalhar com alguém novo", explicou.

"Isso também é prejudicial para mim. É uma temporada em que você quer chegar com pessoas experientes, que já passaram por altos e baixos e sabem manter a calma. É a situação que estou enfrentando e vou tentar fazer o melhor que puder. A equipe está tentando fazer o possível para ajudar a tornar tudo o mais tranquilo possível", concluiu Hamilton.

O heptacampeão espera se recuperar de uma temporada extremamente decepcionante em 2025, onde terminou atrás do companheiro de equipe Charles Leclerc sem ir ao pódio nenhuma vez. Essa foi a primeira temporada de Hamilton sem um top 3 desde a sua entrada na Fórmula 1, em 2007.

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