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Grávida tem pele da perna necrosada após picada de aranha

O acidente aconteceu em 5 de janeiro, após Ketisley colocar um tapete, que estava guardado na lavanderia da casa, no chão do quarto

1 mar 2024 - 14h54
(atualizado às 18h46)
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A bacharela em direito Ketisley Aparecida Freitas Lessa, de 29 anos, grávida de oito meses, foi picada por uma aranha-marrom em Apiaí, no interior de São Paulo. Ela teve parte da pele da perna direita necrosada em decorrência do veneno do aracnídeo, mas a gestação não foi afetada. A bebê passa bem.

Grávida foi picada por aranha venenosa após limpar o quarto em Apiaí (SP)
Grávida foi picada por aranha venenosa após limpar o quarto em Apiaí (SP)
Foto: Arquivo pessoal e Domínio Público (imagem ilustrativa) / Perfil Brasil

De acordo com o g1, Ketisley explicou à que foi picada em 5 de janeiro, após colocar um tapete, que estava guardado na lavanderia da casa, no chão do quarto. Ela havia acabado de limpar o cômodo e deitou na cama para descansar. Neste momento, viu uma aranha-marrom subir na perna.

Sem hesitar, ela matou a aranha e tirou uma foto para tentar identificar a espécie. Mesmo sem sintomas naquele momento, ela buscou atendimento médico após ser orientada pela mãe, que é enfermeira. No Hospital Doutor Adhemar de Barros, ela recebeu um antibiótico e foi orientada a tomar um remédio para a dor.

No dia seguinte, Ketisley começou a ter reações severas devido ao veneno da aranha. Os sintomas incluíam manchas vermelhas, dores intensas e coceira intensa por todo o corpo. Ela foi então internada no hospital em 9 de janeiro.

Segundo a gestante, os médicos acionaram o Instituto Butantan e constataram que se tratava de uma aranha-marrom. Ela afirmou, porém, que não recebeu o soro antiaracnídico.

Após três dias de internação, Ketisley foi liberada quando seu quadro clínico se estabilizou. Contudo, as dores persistem na região necrosada da perna.

Em nota, o Hospital Doutor Adhemar de Barros explicou à equipe de reportagem que a paciente não apresentava alterações no quadro clínico e, por este motivo, não entrou no critério do protocolo do Grupo de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo para receber o soro antiaracnídico.

* Matéria publicada com supervisão de Ricardo Parra.

Perfil Brasil
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