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Governo bloqueia empresa e mais de 90 funcionários terceirizados ficam sem receber seus direitos trabalhistas

Os valores são referentes a saldo de salários, valores de contrato rescisório e outras verbas

19 fev 2024 - 16h16
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A empresa Benetton Serviços Terceirizados enfrenta mais uma batalha em relação a valores bloqueados pela Secretaria da Fazenda do Estado, de maneira com que todos os pagamentos a receber mais uma vez estão bloqueados. A limitação colocou a empresa como credora, o que impede qualquer movimentação dos R$322,71 mil que estão retidos. Tal bloqueio acarreta no impedimento de quitar o saldo de salários, valores de contrato rescisório e outras verbas devidas a 92 funcionários terceirizados do Hospital Psiquiátrico São Pedro, que deveriam ter sido pagos até o dia 14, estendendo ainda mais o período de atraso e afetando diretamente a vida financeira dos trabalhadores.

Foto: Divulgação / Porto Alegre 24 horas

Além disso, a situação se agrava com a constatação de que um pagamento anterior foi liberado, mas não o credor, mantendo a empresa bloqueada para futuros pagamentos. Essa ação unilateral do Estado acarreta consequências sérias e trazendo prejuízos incontáveis à empresa e também aos funcionários que esperam para receber o que lhes é de direito.

É válido lembrar que a empresa Benetton Serviços Terceirizados teve R$322 mil liberados pelo Estado para quitação dos salários de alguns dos mais de 100 trabalhadores afetados pelo bloqueio de R$ 700 mil em verbas, o que gerou inúmeros transtornos no 5º dia útil deste mês e véspera de feriado. Na época, além dos terceirizados do Hospital São Pedro, trabalhadores da Defensoria Pública e Instituto-Geral de Perícias (IGP) também enfrentaram o prejuízo.

Ainda que a empresa tenha realizado parte dos pagamentos para os funcionários, até o momento o impasse ainda não foi resolvido, deixando pendentes outras obrigações financeiras.

A necessidade urgente de desbloqueio do credor junto à Secretaria da Fazenda torna-se evidente para que os pagamentos possam ser regularizados e os funcionários recebam as verbas trabalhistas devidas, porém, de acordo com Dr. Geovan Lehugeur, sócio do escritório de Advocacia que representa a empresa, o bloqueio é ilegal, sendo em vão as tentativas de contato com o governo.

A Empresa informa que até este momento não houve qualquer explicação em relação aos bloqueios ilegais, o que denotaria uma falta de transparência por parte do ente estatal que estaria agindo de forma arbitrária e abusiva.

Porto Alegre 24 horas
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