Fotografia fine art Bruno Falcão levou mais de 10 anos para fazer essa imagem, quebrar onda no meio da Baía de Guanabara é muito raro
Fotografia fine art Bruno Falcão levou mais de 10 anos para fazer essa linda imagem.
Você já viu quebrar onda no meio da Baía de Guanabara? É muito raro mas elas quebram perfeitas igual ao Hawaii, veja a exposição completa no Instagram @brunofalcaorj.
No Rio de Janeiro, mas precisamente em Niterói temos um fundo de pedra nos moldes dos de coral que existem em muitas praias estrangeiras como o Hawaii que deixa as ondas perfeitas para prática de surf, quebrando em linha e com mais um atrativo a vista mais linda do mundo logo ao fundo, o Rio de Janeiro com o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o seu relevo desenhado, montanhoso e curvilíneo e uma obra do ícone da arquitetura Oscar Niemeyer logo ao lado das ondas.
Mas é raro quebrar onda ali, logo num dos únicos lugares que possuem esse fundo no Brasil, que deixa as ondas perfeitas e faz a alegria dos surfistas porque para entrar onda na Baía de Guanabara é preciso uma ondulação vinda de sudeste que é muito difícil de aparecer no litoral brasileiro e ainda é necessário ser grande com uns 3 metros e forte, vinda de longe com um período elevado de uns 14 segundos para o pico quebrar com um tamanho aceitável de onda.
E para eu conseguir a foto que queria com o pôr do sol e as luzes do Cristo Redentor, museu, Pão de Açúcar e da cidade acesas teria que ter sol, que também é muito raro nessas situações de forte ressaca pois sempre chove e mesmo com sol às vezes entra uma nuvenzinha marota na frente do Cristo logo na hora que a gente está fotografando, desde 2006 espero essa ondulação, em 2009 ela entrou mas o tempo ficou nublado, esse ano também e estava chovendo, mas tive a sorte de entrar uma segunda ressaca de sudeste e com sol, foi essa última grande ondulação que atingiu o Rio de Janeiro.
Estava marcando somente 2,4 metros com período forte 14 segundos e vi que iam dar umas ondinhas mas nos gráficos reparei que `as 18:00 horas iam entrar ondas de 3 metros e a maré estaria toda vazia começando a encher o que deixaria as ondas mais em pé e com mais força pois o fluxo de água estaria entrando na Baía de Guanabara, mas marcava o vento de leste muito forte 24 nós o que ia deixar o mar muito mexido até dentro da baía, mas como os fiscais da natureza sabem que às vezes no final de tarde e começo da noite o vento dá uma maneirada parti.
Mas quase não consegui fazer a foto, no inverno a luz cai muito rápido e o Cristo Redentor demora muito a acender os holofotes, enquanto ele estava apagado entraram algumas séries com ondas, a luz baixando a noite chegando e quando ele acendeu o mar deu uma acalmada e as ondas pararam, fiquei ali no pé do Cristo rezando para entrar uma série grande a tempo pois já estava praticamente noite, no último fio de luz `as 18:38 elas entraram, perfeitas para o ângulo que eu estava, com bom tamanho, eram as séries que tinha visto no gráfico chegando e na hora certa, no último fio de luz do dia, foi preciso experiência pois já estava muito escuro, dependendo da velocidade do click se fosse um pouco mais rápido as ondas não iam aparecer e o mar ia ficar todo preto, se fosse um pouco mais lento as ondas e os surfistas iam borrar e a luz do museu que era muito mais forte que as outras estourar, mas finalmente consegui cumprir meu objetivo, terminei minha série de fotografias fine art com os line ups dos melhores picos para prática do surf no Rio de Janeiro que estão em exposição no Instagram @brunofalcaorj.
Faz parte dessa série 20 dos principais lugares que os surfistas cariocas amam surfar como Arpoador, Diabo, Copacabana, Leme, Pontão do Leblon, Laje do Sheraton, Prainha, Grumari, Guaratiba, Macumba, Canto do Recreio, Posto 10 do Recreio, Barra da Tijuca, Joatinga, São Conrado, Itapuca, Itacoatiara, Ipanema, Postinho e Saquarema.
As fotos são impressas em papel fine art com tinta pigmentada, qualidade museológica para durar mais de 100 anos e são entregues protegidas num rolo de papelão nos tamanhos 60x40cm, 90x60cm, 80x120cm e 100x150cm ou a combinar, os valores começam em R$ 2.300,00 no tamanho 60x40 cm e vão aumentando conforme o tamanho da impressão.
Bruno Falcão é fotógrafo formado em jornalismo com especialização em criação publicitária pela ESPM começou a fotografar em 1998 logo que ganhou uma câmera inventou uma pauta deu a primeira saída e teve foto publicada na capa do jornal O Dia, no ano que começou a fotografar também recebeu o primeiro prêmio menção honrosa no concurso O Homem e a Natureza da revista Photos e Imagens, tirou primeiro lugar no concurso de fotografia da SOS Mata Atlântica, levou menção honrosa no concurso Belvedere Paraty de Arte contemporânea e no concurso internacional Photography Master Cup, expôs no Salon des Artistes Independants
no Grand Palais em Paris uma das exposições mais importantes da Europa, Barcelona Showcase na Casa Batlló, Arte Belém no CCB Lisboa, entre outras no Rio de Janeiro, Londres, Nova York, Las Vegas, Los Angeles, Itália. Tem fotos publicadas nos artbooks International Masters of Photography, Important World Artists e International Contemporary Artists VII e no maior site de arte do mundo Artreview, também teve fotos publicadas em grandes meios de comunicação da mídia nacional e internacional.
Instagram: @brunofalcaorj
vendas@brunofalcao.com