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Foi ele? Segurança é preso suspeito de assassinar empresário do buraco em Interlagos

Homem que trabalhava como segurança do Autódromo de Interlagos foi preso em flagrante durante investigação sobre morte de empresário

18 jul 2025 - 16h47
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Segurança é preso como suspeito de assassinar empresário em Interlagos
Segurança é preso como suspeito de assassinar empresário em Interlagos
Foto: reprodução/instagram / Contigo

Um homem que trabalhava como segurança do Autódromo de Interlagos foi preso em flagrante durante as investigações sobre a morte do empresário Adalberto Amarílio Júnior, encontrado morto no início de junho. Segundo a polícia, o homem, cuja identidade não foi divulgada, foi detido por posse ilegal de munição durante o cumprimento de mandatos de busca e apreensão. Apesar da prisão, a polícia ainda não possui elementos suficientes para solicitar a detenção do suspeito por homicídio.

O suspeito em questão trabalhou em um evento de motos frequentado pela vítima antes de seu desaparecimento. O segurança é lutador de jiu-jitsu e possui antecedentes criminais por furto e ameaça. A polícia concentrou suas ações na apreensão de equipamentos eletrônicos em cinco endereços diferentes, mas não divulgou os itens recolhidos. Além do segurança, outras quatro pessoas deverão prestar depoimentos ainda hoje.

Mais detalhes sobre a inverstigação

A investigação aponta como principais situações o envolvimento de seguranças do autódromo no assassinato de Adalberto. Entretanto, a motivação do crime continua desconhecida. Um dos complicadores do caso é a ausência de câmeras de vigilância na área onde o corpo foi encontrado.

O empresário foi encontrado morto em um buraco no dia 30 de maio, após comparecer sozinho ao evento no autódromo. Seu último contato com a esposa, Fernanda Dandalo, aconteceu naquela noite, por volta das 20h. Imagens de segurança mostram sua chegada, mas não há registros de sua saída. Dias depois, o corpo foi localizado em um buraco de obras da prefeitura, próximo ao local.

Como foi o crime?

A diretora do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Ivalda Aleixo, revelou que Adalberto sofreu uma morte "lenta e agonizante". "Ele poderia estar tentando respirar", descreveu.

O caso é tratado como homicídio, mas detalhes da investigação seguem sob sigilo. Familiares da vítima, como a esposa Fernanda, cobram respostas. "Estamos há um mês sem respostas. A família está em desespero e os autores do crime, impunes. Precisamos dos preocupados", declarou. Ela afirmou ainda que sua vida "se tornou um inferno" após o assassinato do marido e relatou a sensação de impotência diante da falta de informações.

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