Erika Hilton afirma que Lula irá cumprir promessa e cobra Flávio Bolsonaro
A deputada Erika Hilton cobrou que Flávio Bolsonaro abra seus sigilos bancário e telefônico, após Lula anunciar que entregará ao TSE uma autorização para expor seus próprios dados e os de familiares. A iniciativa de Lula, prometida durante agenda de campanha, decorre de um desafio feito no último debate presidencial. Enquanto o presidente confirmou a entrega do documento, Flávio afirmou não ter nada a esconder, mas ainda não confirmou se autorizará a mesma medida na reta final da eleição.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) cobrou Flávio Bolsonaro (PL) nesta segunda-feira (19 de outubro), após Lula (PT) anunciar que entregará ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para abrir seus sigilos bancário e telefônico. Em vídeo divulgado no Instagram, a parlamentar afirmou que o presidente cumprirá a promessa e pediu que o adversário adote a mesma medida.
Na gravação, Erika disse que o documento também abrange familiares de Lula, incluindo a primeira-dama Janja e os filhos do presidente. A parlamentar apresentou a iniciativa como um desafio para que Flávio também permita o acesso às suas movimentações financeiras e comunicações. Ela ainda mencionou supostas conversas do candidato com Daniel Vorcaro, sem apresentar provas de que existam.
Ao divulgar a publicação, a deputada fez um pedido direto ao candidato do PL:
"Agora falta o Flávio fazer o mesmo."
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A parlamentar também convocou seguidores para compartilhar uma cobrança nas redes sociais. Segundo ela, o material seria disponibilizado em seu canal de comunicação após a entrevista de Lula ao SBT. Erika orientou interessados a comentar na postagem ou enviar uma mensagem privada para participar da iniciativa.
Lula promete entregar autorização ao TSE
O anúncio de Lula ocorreu durante uma agenda de campanha em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O presidente declarou que pretende apresentar a autorização nesta terça-feira (20 de outubro), incluindo os dados de seus cinco filhos. Ele afirmou esperar que Flávio também autorize a análise de seus sigilos e dos familiares.
O desafio surgiu no debate presidencial realizado no domingo (18 de outubro), quando os dois candidatos trocaram acusações. Flávio declarou não ter nada a esconder, mas não confirmou se concordaria com a quebra dos sigilos. O segundo turno da eleição presidencial está marcado para domingo (25 de outubro).
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