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Saiba o porquê Pablo Marçal está fora do horário eleitoral na TV e no rádio

Partido do candidato não tem direito a espaço na propaganda gratuita

30 ago 2024 - 12h23
(atualizado às 14h15)
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Com decisão liminar, perfis de Pablo Marçal (PRTB) continuam fora do ar.
Com decisão liminar, perfis de Pablo Marçal (PRTB) continuam fora do ar.
Foto: Felipe Rau/Estadão / Estadão

O horário eleitoral teve início nesta sexta-feira, 30, e quem acompanhar o programa que passa duas vezes ao dia na TV e no rádio não encontrará as propostas de Pablo Marçal, candidato a prefeito de São Paulo pelo PRTB.

O partido do influencer digital está impedido de veicular propaganda gratuita na TV e no rádio por causa da cláusula de barreira. A lei restringe a atuação de partidos políticos que não obtiverem determinada porcentagem de votos para o Congresso nas últimas eleições

Para ter direito ao espaço no horário eleitoral, o partido precisa ter eleito no mínimo 11 deputados federais espalhados em pelo menos nove Estados ou ter ao menos 2% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados.

Além de Marçal, Beto Haddad (DC), Marina Helena (Novo), João Pimenta (PCO), Ricardo Senese (UP) e Altino Prazeres (PSTU) também estão fora da propaganda gratuita pelo mesmo motivo.

Disputa em São Paulo: quem terá mais tempo de TV?

A última pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira, 27, sobre a intenção de voto à Prefeitura de São Paulo aponta para um empate triplo entre o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB).

Guilherme Boulos lidera, com 22% de menções no cenário estimulado. Marçal está empatado numericamente com Nunes, ambos com 19%. Como a margem de erro é de três pontos porcentuais, os três estão em empate técnico.

Em busca da reeleição, a coligação de Nunes é a que terá mais tempo de exposição entre os candidatos à prefeitura de São Paulo. Apoiado por PP, MDB, PL, PSD, Republicanos, Solidariedade, Podemos, Avante, PRD, Agir, Mobiliza e União Brasil, o atual prefeito da capital paulista terá 6 minutos e 30 segundos de participação no horário eleitoral por dia e 1.913 inserções durante o período eleitoral.

Já Boulos, que tem na sua coligação PDT, Federação PSOL/Rede e Federação Brasil da Esperança — Fé Brasil, composta por PT, PC do B e PV, fica com 2 minutos e 22 segundos e 700 inserções. Enquanto o candidato da Federação PSDB/Cidadania, José Luiz Datena, terá 35 segundos e 174 inserções, seguida por Tabata Amaral, do PSB, com 30 segundos e 151 inserções.

O que esperar?

Contando com a aceitação dos seus padrinhos junto ao eleitorado paulistano, Guilherme Boulos, Ricardo Nunes e Tabata Amaral vão recorrer à imagem de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL) e Geraldo Alckmin (PSB), respectivamente, em seus primeiros programas na TV e no rádio.

Datena, que está sem nenhum apoiador de renome, apostará na sua imagem conhecida como apresentador, aparecendo o máximo possível para comunicar à população que desta vez ele é realmente candidato à prefeitura da cidade.

O presidente Lula aparecerá na propaganda de Guilherme Boulos com imagens dos comícios feitos recentemente na cidade ao lado do candidato do PSOL e na casa do candidato junto com a primeira-dama Janja da Silva.

Além do ex-presidente Jair Bolsonaro, Ricardo Nunes vai explorar a imagem do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), ampliando o discurso de parceria entre prefeitura e governo do estado.

Tabata Amaral vai recorrer aos principais caciques do PSB no estado, o vice-presidente da República e ex-governador Geraldo Alckmin, assim como o ministro no Empreendedorismo Márcio França.

Fonte: Redação Terra
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