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Covas recebe apoio de quase todos os partidos do Centrão

Solidariedade, que fez parte da coligação de França, também endossou candidatura do tucano

18 nov 2020
17h16
atualizado às 17h42
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O Solidariedade fechou nesta quarta-feira, 18, apoio à candidatura do atual prefeito Bruno Covas (PSDB), que foi ao segundo turno da disputa pelo seu segundo mandato contra Guilherme Boulos (PSOL). Na campanha do primeiro turno, o Solidariedade havia feito parte da coligação de Márcio França (PSB).

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB)
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB)
Foto: Divulgação/Prefeitura de SP / Estadão Conteúdo

"São Paulo é a maior cidade do País e tem que lutar contra o extremismo e o radicalismo. E o Bruno Covas, que é de centro, reúne as qualidades que um prefeito precisa", afirmou Pedro Nepomuceno, presidente municipal do Solidariedade em São Paulo, ao Estadão.

O Republicanos, partido que lançou o deputado Celso Russomanno na disputa, havia declarado apoio a Covas na quarta. Com as agremiações, o tucano concentra o endosso de quase todos os partidos do bloco conhecido como Centrão, já que o PP, DEM, PL, PSC e Pros já estavam alinhados ao atual prefeito desde o início da disputa.

Outro parido do bloco, o PTB, que havia fechado chapa com o Republicanos de Russomanno no primeiro turno e é um forte aliado bolsonarista, ainda não se manifestou. Na esfera federal, o Centrão está alinhado ao presidente Jair Bolsonaro, que trabalhou contra Covas.

O candidato do PSD, Andrea Matarazzo, declarou apoio ao tucano enquanto a sigla, comandada pelo ex-ministro Gilberto Kassab, ainda não se manifestou. O deputado Arthur do Val (Patriota), conhecido Mamãe Falei, declarou neutralidade.

Já no campo da esquerda, o PT e o PCdoB - que tinham lançado candidaturas próprias - já declararam apoio a Boulos. O mesmo aconteceu com o PDT, que esteve no primeiro turno coligado com o PSB e havia indicado o vice na chapa do ex-governador socialista Márcio França. Já a PSB, vai definir o rumo que irá tomar nesta quinta-feira. A tendência de França é permanecer neutro na segunda etapa da disputa.

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