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Bolsonarista mata jovem de 28 anos e atira em outras quatro pessoas em BH após vitória de Lula

Pedro Henrique Dias Soares foi baleado no abdômen e no ombro e não resistiu aos ferimentos. Polícia Civil investiga motivação política

31 out 2022 - 20h03
(atualizado às 21h02)
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Pedro Henrique foi baleado enquanto comemorava vitória de Lula nas eleições
Pedro Henrique foi baleado enquanto comemorava vitória de Lula nas eleições
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um jovem de 28 anos foi morto a tiros enquanto celebrava a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Belo Horizonte, Minas Gerais, na noite do último domingo, 30. De acordo com a Polícia Militar, outras quatro pessoas, incluindo uma criança de 12 anos, também foram baleadas pelo criminoso. 

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Após o resultado da apuração dos votos, que deu a vitória das eleições a Lula, o suspeito, um homem de 36 anos, que não teve a identidade divulgada, saiu armado de casa. Conforme publicado pelo jornal O Globo, o criminoso é apoiador de Jair Bolsonaro (PL) e saiu de casa "em busca de traficantes", no bairro Nova Cintra, em BH, segundo divulgou a PM mineira. 

Após ser detido pelos agentes, ele revelou que atirou "aleatoriamente". Duas vizinhas, uma mulher de 47 anos e outra de 40, foram atingidas de raspão e levadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste de Belo Horizonte. 

Em seguida, o criminoso viu a garagem onde a vítima, Pedro Henrique Dias Soares, comemorava o resultado da eleição com a sua família. O suspeito aproveitou o momento em que a mãe de Pedro abriu o portão e disparou contra a famíia. 

Além de Pedro, a mãe dele, de 47 anos, e uma prima, de 12, também foram atingidas pelos disparos. Todos foram levados ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII, mas Pedro não resistiu aos ferimentos. 

Com o homem, a PM aprendeu duas armas de fogo e uma faca. Na casa dele, os policiais encontraram outra arma, além de 500 munições. Ele acabou preso em flagrante, indiciado por homicídio e tentativa de  homicídio. 

A Polícia Civil informou que segue investigando uma suposta motivação política para o crime, mas aponta que não descartou nenhuma hipótese. 

Fonte: Redação Terra
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