A Teoria das Elites

3 jun 2019
11h51
atualizado às 11h55
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Foi desenvolvida por dois teóricos políticos vinculados ao liberalismo-conservador italiano, Vilfredo Pareto (1848- 1923) e Gaetano Mosca (1856-1941). Ambos manifestavam oposição ao Parlamento e ao Movimento Socialista. Mosca, na esteira de Auguste Comte,  advogava a necessidade da sociedade ser dirigida por um espécie de aristocracia do saber, formada pela classe culta, pelo intelectuais, enquanto Pareto, irmanando-se a Nietzsche,  imaginava uma nova aristocracia viril, que sucedesse a burguesia italiana decadente.

Os principais pontos da sua teoria são

  • Toda e qualquer sociedade, independente do tempo histórico, é bipolar. Divide-se em governantes e governados, em elite e massa;
  • A Elite é sempre uma minoria e o caráter da sociedade é sempre o caráter da elite que o governa. Ela é que forma a classe dirigente — a classe política — que sempre procuras se manter no poder pela força ou pela manha;
  • Em todo organismo político existe uma personalidade dominante, uma pessoa que está por cima de toda a hierarquia e de toda a classe política e que dirige o timão do estado (um rei, um 1º Ministro, um mordomo do paço, um presidente ou um político influente);
  • É fatal o domínio de uma minoria organizada sobre uma maioria desorganizada. É essa minoria quem dá sustentação ao dirigente do governo.

Qual o valor apreciado que qualifica a minoria dominante?

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Foto: Reprodução

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Fonte: Especial para Terra
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