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"Não foram grandes", diz Onyx sobre manifestações

Ele ressaltou que manifestações grandes foram as que ocorreram em 13 de março de 2016, pedindo o impeachment de Dilma Rousseff

16 mai 2019
16h24
atualizado às 16h44
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O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, não quis comentar a frase do presidente Jair Bolsonaro sobre as manifestações contra o contingenciamento na Educação ocorridas nesta quarta-feira, 15, em todo País e que mobilizou milhares de pessoas, chamados de "idiotas úteis" pelo presidente. Segundo Onyx, as manifestações "foram importantes, mas não foram grandes".

"Primeiro precisamos ter a tranquilidade de saber que numa democracia as manifestações são normais. O PT e a CUT que aparelharam as universidades brasileiras fizeram isso nos últimos 30 anos. As distorções que as universidades brasileiras têm hoje, em muitos casos são fruto disso", disse o ministro sem explicar quais seriam as distorções.

Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante coletiva de imprensa em Brasília
16/04/2019
REUTERS/Adriano Machado
Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante coletiva de imprensa em Brasília 16/04/2019 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

Ele ressaltou que manifestações grandes foram as que ocorreram em 13 de março de 2016, que reuniram 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo, pedindo o impeachment da então presidente Dilma Rousseff. "Nós esperávamos que fosse assim. Não achei grande, achei importante", avaliou.

Ele reafirmou a intenção do governo de investir na educação básica, lembrando que o Brasil ainda tem 30% de analfabetos, o mesmo patamar do Canadá há 50 anos. "Vamos continuar trabalhando com seriedade para modificar a educação no Brasil. O Brasil é o único País que aumenta o grau de escolaridade, os anos de escolaridade, e não tem impacto econômico, devido à pouca qualidade", afirmou, ressaltando que é preciso tirar "a ideologia de dentro das universidades".

Estadão
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