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Estudantes da USP fecham entrada da Cidade Universitária em novo protesto

Por eleições diretas, alunos voltaram a fechar a entrada da universidade

29 out 2013 - 08h10
(atualizado às 08h43)
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Protesto de estudantes da Universidade de São Paulo (USP) fecha entrada da Cidade Universitária em meio a greve e ocupação da reitoria
Protesto de estudantes da Universidade de São Paulo (USP) fecha entrada da Cidade Universitária em meio a greve e ocupação da reitoria
Foto: Gabriela Biló / Futura Press

Um protesto de estudantes da Universidade de São Paulo (USP) bloqueia a entrada do campus da Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo, desde as 7h30 desta terça-feira. Devido à manifestação, a avenida Afrânio Peixoto está interditada nos dois sentidos, na altura da rua Alvarenga. Os alunos, que estão em greve e ocupam a reitoria desde o início do mês, protestam novamente em frente ao portão 1, impedindo a passagem de veículos.

Os manifestantes pedem negociação com o reitor, João Grandino Rodas - acusado de falta de diálogo com estudantes - eleições diretas na universidade e o fim do convênio da USP com a Polícia Militar. As exigências são as mesmas que os levaram a bloquear a entrada da Cidade Universitária em 18 de outubro. A USP ainda não se manifestou sobre o novo protesto. 

Com faixas e cartazes, eles pedem também que os grevistas não sejam punidos criminalmente, além de exigir o restabelecimento de água e energia no prédio da reitoria. Por volta das 8h, havia congestionamento de aproximadamente dois quilômetros na região, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Ocupação na reitoria

A ocupação da reitoria da Universidade de São Paulo foi feita no dia 1º de outubro como forma de protesto pelo modelo de escolha do reitor da universidade. Um dos pontos mais criticados por alunos e funcionários é a lista tríplice, sistema pelo qual os nomes dos três candidatos mais votados são enviados ao governador do Estado, que decide quem será o reitor. Os alunos também cobram paridade entre eleitores na escolha do reitor. Atualmente, o pleito ocorre por meio de colégios eleitorais - representados majoritariamente por professores titulares.

Eles ainda criticam a presença da Polícia Militar dentro do campus da universidade e exigem que a segurança dos alunos seja feita por uma guarda comunitária.

Após a USP entrar com um pedido de reintegração de posse do prédio, a Justiça determinou a realização de uma audiência de conciliação entre alunos, funcionários, professores e representantes da universidade na semana passada. Como não houve acordo, foi estabelecido um prazo de 60 dias para que a reitoria e os manifestantes estabeleçam o diálogo.

Estudantes da USP fazem greve geral e ocupam reitoria

Fonte: Terra
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