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Como é o navio avaliado em R$ 9,3 milhões que será doado pela USP

Embarcação tem 27 metros, comporta até 12 pesquisadores e seis tripulantes e tem autonomia para navegar por 10 a 15 dias

27 ago 2025 - 23h41
(atualizado em 27/8/2025 às 13h05)
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Resumo
A USP aprovou a doação do navio Alpha Delphini, avaliado em R$ 9,3 milhões, à Marinha, devido à subutilização da embarcação e para ampliar sua aplicação em pesquisas e segurança marítima.
embarcação Alpha Delphini, da USP
embarcação Alpha Delphini, da USP
Foto: IOUSP / Divulgação

O Conselho Universitário da Universidade de São Paulo (USP) aprovou nesta terça-feira, 26, a doação da embarcação Alpha Delphini, ligada ao Instituto Oceanográfico (IO), para a Marinha do Brasil.

Avaliado em R$ 9,3 milhões, o Alpha Delphini tem 27 metros de comprimento, pode transportar até 12 pesquisadores e seis tripulantes e tem autonomia para navegar por 10 a 15 dias. A embarcação foi comprada pelo Instituto Oceanográfico em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e inaugurado em agosto de 2013.

Segundo o diretor do instituto, Paulo Sumida, a Marinha poderá usar o navio de várias formas: na sinalização e balizamento, para segurança da navegação e proteção de portos e terminais; em pesquisas oceanográficas e hidrográficas, apoiando instituições como a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, universidades públicas federais e estaduais; em iniciativas conjuntas de política ambiental.

"A embarcação estava subutilizada e com reduzida demanda de uso, com baixo número de pesquisas desenvolvidas", afirmou Sumida. Além disso, o navio Alpha Crucis, inaugurado em 2012 e maior que o Alpha Delphini, permanecerá como navio principal do IO. A proposta para o protocolo de intenção de transferência do navio foi discutida e aprovada pela congregação do instituto.

"Queremos que o Instituto Oceanográfico cresça e apresente novas propostas e projetos para aprimorar suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Temos apoiado as pesquisas na área de oceanos, com iniciativas como o Centro de Excelência em Inovação Oceânica e Tecnologias Transformadoras da Cátedra Unesco e o International Research Center Worlds in Transitions, do CNRS, que tem o tema como um dos sete pilares de pesquisa", afirmou o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior.

A parceria entre a USP e a Marinha do Brasil começou em 1956, quando a Marinha decidiu se associar a uma grande universidade para que suas pesquisas na área de ciência e tecnologia fossem conduzidas por uma instituição acadêmica civil. Esse acordo resultou na criação do primeiro curso de Engenharia Naval do País, oferecido pela Escola Politécnica (Poli).

Estadão
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